Por que investir em Mídia Social?

Algumas empresas tem feito a si mesmas essa pergunta: por que investir em mídia social? O que são essas redes sociais? Como é feito isso? Quem faz? Quanto custa? E o mais importante: pra que fazer mídia social?

São dúvidas que são comuns que vão passar na cabeça de todas as empresas e/ou marcas um dia. E que venha logo esse dia! Porque demorar a fazer parte do grupo de empresas e marcas que já estão no mundo digital é ficar pra trás no competitivo mundo dos negócios.

Mas ainda não respondi às perguntas feitas acima, não é mesmo? Antes disso vou mostrar um vídeo que fala muito do que eu poderia dizer a respeito.

Clique no link  A Revolução da Mídia Social para ver o vídeo

Convincente não?

Agora respondo às questões.

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A Mágica das @’s

Todos já perceberam que as redes sociais mudaram as relações humanas tanto on-line quanto off-line, isso não é mais novidade para ninguém. Mas essas mudanças ainda causam muito estranhamento, mesmo estando num meio que as amizades, negócios, estudos etc., já não possuem mais fronteiras, ou fazendo parte de uma geração que aproveitou os benefícios da era da informação relativamente cedo.  Talvez até seja este estranhamento que me faz escrever este post para o ceschini.com.br

Conhecer gente que pensa como você, que tem visão de mundo parecida, que compartilha ideias, é muitoenriquecedor. É interessante ver o mundo através de uma nova perspectiva, mesmo sendo na sua timeline. O fato é que as pessoas estão dando um jeito (e que jeito!) para conhecer aquelas “@s” de que vivem falando.

Hoje os encontros de tuiteiros pipocam por todo Brasil, recebendo nomes como: Twittencontro, NOB, ETC, etc. Existem também uns encontros de nicho (é o caso do SMBR, por exemplo). Os encontros nos permitem termos aquela sensação muito boa ver que, na maioria das vezes, não existem muitas surpresas, de fato, somos o que tuitamos (ou seria: tuitamos o que somos?) 😉

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Social Media Brasil 2011 #smbr2011

Como previamente anunciado neste post, estivemos no Social Media Brasil 2011, que é o evento mais importante de redes sociais da América do Sul. Foram dois dias de palestras, debates, arenas, desconferências, entrevistas e muitonetworking.

As palestras aconteciam simultaneamente em duas salas distintas, o que por vezes nos deixou em dúvida do que era melhor para ser assistido e pra isso nos dividimos pra não perdemos nada do #smbr2011.

Ouvimos sobre “Storytelling: Como transmidia pode ser social media?”, “A influência das mídias sociais na decisão de compra do consumidor moderno”, “Reclame Aqui e O Boticário: Estão falando mal de sua marca, mas e daí?”, “Social Commerce – Como estar pronto para o futuro?”, “Gestão e Gerenciamento de Crise nas Redes Sociais”, “Social Content – Na vibe do branding do futuro”, “Redes Sociais e os cuidados jurídicos em torno delas”, “Como o mundo se torna mais social com as redes sociais?”, Fan pages no Facebook – Como criar e manter uma fan page de sucesso” , “Métricas em Social Media: por que não podemos ser amigos”, “Desafios de como ser trabalhar com uma empresa de nicho”, “Mapeamento do uso das redes sociais nas empresas”, “Sociologia, comportamento na internet e mudanças nas relações humanas”, “Criatividade nas ações  de redes sociais sem os criativos de sempre”, “Métricas e KPIs: como medir seu desempenho na prática”, “Twitter e Facebook como formas de comunicação além do RT e Like”, dentre tantas outras.

Destaque para Ruben Quinones, Estevão Soares, Gil Giardelli, o professor Claudir Segura e a excelente ideia da Arena proposta pelo pessoal do Somosp3 que proporcionou aprofundamento aos temas das palestras dadas e um networking insuperável. Parabéns ao Alexandre Formaggio pela organização do evento!

E aqui vão umas dicas do Ceschini pra vocês que não estiveram lá:
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Pássaros, porcos e estilingues!

O que tudo isso teria em comum? Para os jogadores de Angry Birds isso tem muito a ver: esses três bichinhos são as personagens desse jogo que já conquistou o mundo.

O jogo consiste em atirar, com uma espécie de estilingue, passarinhos coloridinhos contra porquinhos verdes. O jogador controla vários tipos de pássaros que tentam recuperar seus ovos que foram roubados dos seus inimigos (os porcos!). Esses porcos estão protegidos com obstáculos feitos com diferentes tipos de material (e cada passarinho é especialista em destruir um material específico) e é necessário eliminar todos os porcos para completar a fase.  No jogo, existem vários tipos de pássaros. No início apenas o pássaro vermelho, no entanto, ao longo da história, é possível desbloquear novos pássaros para atingir seus objetivos.  Os porcos possuem poucas diferenças, eles variam apenas em relação ao seu tamanho e às vezes aparecem com uma espécie de capacete que os tornam mais resistentes. Em cada fase, existe uma quantia limitada de pássaros e os pontos são baseados na destruição das estruturas e morte dos porcos. E quanto menos pássaros usar, melhor pra você, porque ganha um bônus proveniente dos pássaros não utilizados. Dependendo da pontuação final, ganha-se uma, duas ou três estrelas.

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Trabalho X Mídias Sociais

Que as redes sociais são mania nacional, isso ninguém (ou quase ninguém) tem dúvidas. Desde crianças, que nem bem saíram da chupeta, (ou até mesmo nem nasceram!) já tem conta no Twitter, Facebook, etc. e isso não é privilégio dos novos, mesmo pessoas que já pularam muitos carnavais adoram as novas mídias.

Pra quem tuita (e olha, como isso já virou verbo), são nos dias úteis que o Twitter tem mais publicações, dias em que todo mundo está trabalhando (inclusive eu…rs)!  No final de semana é comum ler na timeline um tweet (ou tuite, pra quem preferir) com os dizeres: “Nossa, como isso aqui está parado!!!”  E é verdade, tuitar é uma ação do dia-a-dia, faz parte da rotina de milhões de pessoas em todo mundo, é como tomar o café-da-manhã! E é também um vício…hehe

A verdade, porém, é que existem muitas empresas que não permitem que os seus funcionários usem o Twitter ou outras redes – eles querem te lembrar que o trabalho é trabalho. Mas tudo vai do bom senso de cada um (é um requisito muito bem vindo em todo lugar), há hora para tudo (já dizia a minha avó): imagine um médico parando uma operação para dar check-in no hospital porque ele vai virar mayor da venue, ou ainda, um policial no meio de uma perseguição tuitar um “fica, vai ter cela”!

O que precisa ser pensado é: até que ponto realmente vale para as empresas proibirem seus colaboradores de atualizarem as redes sociais (uma vez que é fácil burlar a maioria das restrições de rede)? Talvez, se limites forem impostos, estabelecerem regras (claras e de conhecimento de todos) seja a melhor opção.  A somatória das redes sociais com o trabalho (se você não trabalha diretamente com elas) de maneira correta pode ser benéfica! Muitas vezes um simples tweet ou uma ver uma foto de um dia feliz no Facebook podem descontrair um pouco e trazer novos ares para a mente, mais energia e voltar ao trabalho com aquela ideia inovadora! Talvez a solução de um problema, um texto que não sai ou um cálculo que dá errado, num passe de mágica se resolve com a tão esperada solução.

As empresas devem estar prontas para trabalhar com essas novas formas de comunicação social, uma vez que somos todos apaixonados por elas e precisamos trabalhar, e as empresas querem produção e agilidade, é importante propor discussão sobre o uso das redes de forma que todos saiam satisfeitos e acordem formas de uso que não prejudiquem o desempenho, nem sejam cerceadoras à toa.

Redes sociais é o novo cafezinho! Não acham? =) Comentem suas experiências!

Victor Vicentini, Administrador de Empresas; atuante e estudioso em mídias sociais, viciado em fazer check-in na venue do trabalho no Foursquare.

http://twitter.com/#!/vicentinivictor

victor.vicentini@gmail.com

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