A evolução tecnológica e seu impacto no trabalho moderno

evolução tecnológica

A transformação digital, e o rearranjo do status quo das profissões

Que a evolução da tecnologia, dos seus recursos e equipamentos vem alterando sistematicamente a forma e a metodologia de trabalho de diversos profissionais no mercado atual, isso não há sombra de dúvidas.

No entanto, nestes últimos anos, mais especificamente neste novo século, temos aqueles profissionais que buscam, dentro das empresas, incessantemente, a aceleração do “digital”, vislumbrando um cenário a médio e longo prazo em que isso deverá ser um enorme diferencial para as empresas atuantes no mercado.

Por isso mesmo, quanto antes houver a adaptação da empresa para este cenário projetado, ponto a favor na captação de clientes e maior participação de mercado para a empresa.

O motor das mudanças de todo o processo vem sendo puxado pelos clientes. Com os novos recursos e tecnologias, o contato com os clientes mudaram. Hoje, com base na tecnologia, os clientes estão mais bem informados, e requerem isso da empresa na qual são clientes. Mais e mais o comportamento dos clientes, sua satisfação na avaliação do serviço prestado e, sem dúvida alguma, a maneira que são atendidos pelas empresas, vem impactando na forma, metodologia de trabalho e atuação das empresas e de seus funcionários, junto a seus clientes.

A grande questão que as empresas atuais têm que responder é: como aprimorar o atendimento ao cliente?

Para que este aprimoramento ocorra a contento, e tenhamos o cliente, na outra ponta, “satisfeito” pelo atendimento prestado pela empresa, é crucial que os responsáveis na empresa compreendam os impactos das mudanças que o digital gerou na gestão de negócios e de atendimento ao cliente, mensurando o serviço prestado, e aplicando os recursos e tecnologias adequados, tanto do ponto de vista do cliente, quanto da empresa.

Resumidamente, com a visão de Marc Gasperino, Líder da Pratica Digital da Korn Ferry, notadamente pelo avanço do digital, temos como impulsionadores da mudança de posicionamento das empresas, com foco nos seus clientes:

  • Propósito da marca;
  • Personalização impulsionada por dados;
  • Consistência nos pontos de contato;
  • Obsessão pelo cliente;
  • Foco na liderança;
  • Colaboração;
  • Experimentação;
  • Fazer conexões com dados;
  • Dar protagonismo ao papel de Analytics e Insights;
  • Senso critico de negócio e Storytelling

professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

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Trabalho X Mídias Sociais

Que as redes sociais são mania nacional, isso ninguém (ou quase ninguém) tem dúvidas. Desde crianças, que nem bem saíram da chupeta, (ou até mesmo nem nasceram!) já tem conta no Twitter, Facebook, etc. e isso não é privilégio dos novos, mesmo pessoas que já pularam muitos carnavais adoram as novas mídias.

Pra quem tuita (e olha, como isso já virou verbo), são nos dias úteis que o Twitter tem mais publicações, dias em que todo mundo está trabalhando (inclusive eu…rs)!  No final de semana é comum ler na timeline um tweet (ou tuite, pra quem preferir) com os dizeres: “Nossa, como isso aqui está parado!!!”  E é verdade, tuitar é uma ação do dia-a-dia, faz parte da rotina de milhões de pessoas em todo mundo, é como tomar o café-da-manhã! E é também um vício…hehe

A verdade, porém, é que existem muitas empresas que não permitem que os seus funcionários usem o Twitter ou outras redes – eles querem te lembrar que o trabalho é trabalho. Mas tudo vai do bom senso de cada um (é um requisito muito bem vindo em todo lugar), há hora para tudo (já dizia a minha avó): imagine um médico parando uma operação para dar check-in no hospital porque ele vai virar mayor da venue, ou ainda, um policial no meio de uma perseguição tuitar um “fica, vai ter cela”!

O que precisa ser pensado é: até que ponto realmente vale para as empresas proibirem seus colaboradores de atualizarem as redes sociais (uma vez que é fácil burlar a maioria das restrições de rede)? Talvez, se limites forem impostos, estabelecerem regras (claras e de conhecimento de todos) seja a melhor opção.  A somatória das redes sociais com o trabalho (se você não trabalha diretamente com elas) de maneira correta pode ser benéfica! Muitas vezes um simples tweet ou uma ver uma foto de um dia feliz no Facebook podem descontrair um pouco e trazer novos ares para a mente, mais energia e voltar ao trabalho com aquela ideia inovadora! Talvez a solução de um problema, um texto que não sai ou um cálculo que dá errado, num passe de mágica se resolve com a tão esperada solução.

As empresas devem estar prontas para trabalhar com essas novas formas de comunicação social, uma vez que somos todos apaixonados por elas e precisamos trabalhar, e as empresas querem produção e agilidade, é importante propor discussão sobre o uso das redes de forma que todos saiam satisfeitos e acordem formas de uso que não prejudiquem o desempenho, nem sejam cerceadoras à toa.

Redes sociais é o novo cafezinho! Não acham? =) Comentem suas experiências!

Victor Vicentini, Administrador de Empresas; atuante e estudioso em mídias sociais, viciado em fazer check-in na venue do trabalho no Foursquare.

http://twitter.com/#!/vicentinivictor

victor.vicentini@gmail.com

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