O novo consumidor e as novas formas de atrai-lo

o consumidor

Por Marcia Ceschini*

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O consumidor mudou. Isso é um fato. E mudou já há alguns anos. Com a chegada da internet, e o surgimento das redes sociais, o consumidor cavou seu espaço e percebeu seu poder de ser ouvido pelas marcas. Tornou-se o prosumer, que Alvin Tofler já previa em 1980, com seu livro A terceira onda

As empresas que passaram a ouvir esse consumidor, a monitorarem seus passos e a entenderem o seu comportamento, utilizando hoje em dia de dados cada vez mais sólidos, conseguem definir e criar estratégias que as aproximem cada vez mais desse novo consumidor e ganhem a corrida na sua mente.

O que as marcas têm feito?

Com isso, as marcas têm feito estudos e investido em ações que usam não só estratégias de marketing, mas o conhecimento do neuromarketing e utilizam técnicas de vendas que fazem com o que o cérebro atue diretamente na decisão da compra.
Tudo se comunica, a imagem de um post, o texto, a ação mobile ou uma hashtag. Tudo deve ser pensado e planejado para que o consumidor entenda rapidamente a mensagem da sua marca e a escolha na gôndola de um supermercado, por exemplo.

Só que veja bem, não se trata mais de manipulá-lo, mas de atender realmente as suas necessidades e desejos. Segundo dados da pesquisa realizada pela Turn e a a Forbes Insights, demonstraram que as campanhas de marketing que se baseiam em dados têm até três vezes mais chances de fidelizar os consumidores.

Hoje em dia a maioria das plataformas sociais que as marcas usam para se aproximar do seu consumidor e fazer sua comunicação de marca possuem dados analíticos. E se não houver, há uma série de ferramentas que podem ajudá-la a extrair esses dados. Mas,  só ter os dados é o suficiente? É claro que não. As empresas precisam de talentos que saibam ler esses dados, decodificá-los e em conjunto com a equipe de marketing, de gestão de produtos, do comercial os usem de forma inteligente como o testes A/B da Netflix, ou o uso do Twitter para fazer check-in pela Gol, os vídeos da Target no Facebook, ações da Ikea no Instagram, entre outras.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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Pera lá. Vocês já estão pensando no buchicho do momento que é a venda da Virgindade, pela brasileirinha de Floripa . Espanto, que nada. Estas transações-biológico-sexuais-comerciais já existem faz tempo.

Afinal, é muito lícito precisar de uma grana caprichada pra sustentar os estudos, um carro novo, um apê, dos sonhos etc. Alguém discorda? Ok, mas antes de tocar o dedo neste assunto ou nesta cavidade, temos outras questões correlacionadas a comentar.

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