Ransomware: malware que sequestra dados do seu computador e pede resgate

ransomware

Parece nome dessas bandas para público infantojuvenil, mas infelizmente, não é não: trata-se de um malware – malicious software – software nocivo destinado a se instalar em sistema de computador alheio, de forma ilícita (sem o consentimento consciente do usuário), e tem a função de causar danos, alterações na funcionalidade do sistema, ou mesmo roubo de informações.

Como age o ransomware

O ransomware vai um pouco além: após realizar todo o procedimento de um malware, restringe e bloqueia o acesso a dados e informações, via sistema, infectando e emitindo uma “cobrança”, pedindo um valor de “resgate” para que o acesso seja plenamente reestabelecido. É uma chantagem virtual. Existem diversos tipos de ransomware, e apesar dos termos técnicos e a alta complexidade em defini-los com palavras mais simples, eles (os “ransomware”) são mais comuns do que você imagina.

ransomware

 

Como ocorre esse “bloqueio” no acesso às informações gravadas no computador?

O ransomware, após invadir o computador alheio, inicia uma rotina de criptografia, encriptando os dados, e por esse processo, tornando os dados incompreensíveis para quem não tiver o código para reverter a criptografia. Com os dados criptografados, o ransomware armazena-os em um servidor de comando, para uso e controle futuro. SIM: mesmo pagando o resgate, você ainda corre riscos no futuro!

O que tem causado “frisson” na comunidade digital nos últimos dias é o Fantom. Este ransomware ataca os sistemas operacionais da Plataforma Windows, se passando por uma atualização de sistema (os sistemas operacionais são constantemente atualizados, com novas rotinas e implementações de funcionalidade, segurança e comunicação). Por se fazer passar exatamente por uma atualização, está infectando muitos computadores. Olho vivo!

ransomware

 

O resultado da ação do ransomware

Mais do que roubar dados de usuários domésticos, os ransomware podem causar enormes prejuízos para empresas e comércios, bancos e outras instituições ou empresas que fazem uso dos computadores na sua rotina diária de trabalho. Cabe aos gestores, profissionais de TI e responsáveis, notificar e preparar seus funcionários, técnicos e mesmo clientes, para o uso correto do software (sistema operacional), sem colocar em risco os dados gravados nos equipamentos.

 Entre outros ransomware famosos, além do Fantom, que tem “assombrado” os pensamentos de muitos por estes dias, há o Arhiveus-A, que compacta arquivos no computador invadido, e os criptografa.

O pedido de resgate não tem limites, e não só dinheiro é pedido, eles pedem: débitos em conta corrente, pagamento no crédito, bitcoins (uma moeda virtual), e pagamentos on-line por transações diversas. Se o seu computador foi invadido e seus dados sequestrados, restaure o backup! E se não fez backup, bem, aí… é com você!

Abaixo, algumas telas de ransomware registradas:

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Portanto, fica a dica: façam backups! Façam cópias de segurança de seus dados. E tomara que não precisem utilizá-los!

 

 

Fontes de leitura complementar: Ransomware Fantom

 

 

Professor Luiz Angelo

Professor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

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Compreendendo a plataforma Mobile

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Por Professor Luiz Angelo*

A plataforma mobile, ou de dispositivos móveis – onde se encaixam tablets e smartphones -, deixou de ser uma tendência, e compreende hoje um novo paradigma no mundo de negócios on-line, e com a popularização destes aparelhos o campo de atuação de vendas e atendimento a clientes ampliou consideravelmente.

Com este grande mercado, que é importante não só na questão de uso de aplicativos fim (o que interage diretamente com o usuário), mas como objeto direto de consumo por parte dos clientes,  tem sido visto e utilizado cada vez mais como parte de estratégia de divulgação de marcas e na prospecção de clientes por parte das empresas.

De uns anos para cá o desenvolvimento para a plataforma mobile deixou de ser visto como tendência, e passou a chamar atenção das grandes empresas que atuam na área de desenvolvimento de sistemas/programas, as quais têm investido maciçamente na contratação de especialistas em programação para a plataforma para dispositivos móveis.

 

As atividades on-line

Hoje são inúmeras as atividades realizadas pelas pessoas conectadas ao mundo virtual: compras, leituras diversas (em sites, e-books, e-mails), pesquisas. E a plataforma mobile vem sendo utilizada cada vez mais como o principal dispositivo de acesso. Com aparelhos cada vez mais baratos, a facilidade de acesso à rede mundial de computadores (apesar de no Brasil ainda termos um dos acessos mais caros de conexão móvel e a internet não ser uma das melhores no quesito velocidade e qualidade de sinal), aliada à comodidade que os dispositivos mobile dão ao usuário, temos nas compras on-line por meio de dispositivos móveis um dos principais meios de efetivação de compras.

Empresas têm neste tipo de atividade um grande meio de exploração comercial, e tem, de forma estratégica, utilizado isso para potencializar e aumentar suas vendas, investindo em sites e apps para atenderem esta propensa clientela.

Os dispositivos mobiles invadiram o dia a dia das pessoas, e cada vez mais empresas têm investido na plataforma, como uma ferramenta adicional para o trabalho de seus funcionários

Além de tablets, o uso de smartphones (em especial), tem-se tornado cada vez mais constante durante viagens (a trabalho ou de natureza particular/familiar), em shoppings e momentos de lazer. Dados da Vocus apontam:

  • 72% das pessoas utilizam o smartphone para acesso a  Internet em viagens;
  • 64% afirmam utilizar o smartphone em restaurantes;
  • 63% das pessoas confirmam uso de aparelho móvel em lojas;

Segundo a Econsultancy, 62% dos e-mails são abertos por dispositivos móveis atualmente, um dado muito relevante, e outro ainda mais significativo: 73,9% do tempo de usuários de tablets são utilizados para acessar canais de pesquisa, conforme aponta o eMarketer.

Que dispositivo você esta utilizando, neste momento, para ler este artigo? E durante o seu dia a dia, tanto no trabalho, quanto em casa, com que constância você utiliza seu smartphone/tablet para ler conteúdos, acessar a internet, enviar/receber e-mails? Mais do que seu computador pessoal (PC/Desktop)?

 

Estatísticas de venda on-line:

 

Vendas on-line via mobile

 

 

 

 

 

Crescimento das vendas com uso de dispositivos móveis passou a representar 12% do faturamento das empresas no Brasil, relacionado ao Comercio online  – Fonte Agência Brasil

 

Cada vez mais os usuários de mobiles são vistos como clientes em potencial, utilizando seus dispositivos móveis para fazer escolhas e efetuar compras. Ao efetuarem uma compra, o histórico e personalização dos dados pesquisados incentivam o consumo de acordo com sua escolha, que é armazenada e utilizada posteriormente para “divulgação” junto a este cliente. Corroboram para este cenário no universo mobile:

  • 82% das compras em dispositivos móveis são precedidas por pesquisas (buscador Google);
  • 52% dos clientes que efetuam compras utilizando seus mobiles afirmam efetuar a compra por meio de influência de dados personalizados de divulgação (estas divulgações são realizadas por meio de combinações de diversos canais de informações, como o MyBuys, por exemplo);
  • 79% dos usuários de smartphones utilizam seus dispositivos mobiles para efetuar compras pela Internet (Google).
  • Dados de junho de 2012 apontam que quase metades dos proprietários de smartphones nos EUA usaram aplicativo comerciais para efetuar compras online (Marketing Pilgrim).

Os sistemas/programas existentes, independentemente da plataforma (web ou nativa) vêm, sistematicamente, contribuindo para o aumento das vendas on-line, que tem atrelados outros sistemas, a saber:

  • a venda por cartão de crédito/débito, fazendo uso do chamado “dinheiro eletrônico” do século XXI, substituindo o “dinheiro de papel”;
  • a venda por créditos/pontos, dentro de sistemas fechados (por bitcoin, créditos fornecidos e administrados por empresas, por sistemas de bonificação por uso contínuo de seus produtos, entre outras formas). Lojas de varejo, operadoras de cartão de crédito, bancos, casas de crédito, supermercados, muitas são as empresas e comércio em geral que vem investindo neste tipo de venda de seus produtos/serviços.

A questão de segurança

Por mais que sejam levantados dados e apuradas estatísticas, o uso de aplicações via web browser, pelo smartphone, está cada vez mais raro. A quantidade de apps disponíveis no mercado, e mais, a comodidade e segurança que estes Apps nos trazem, faz com que as transações via browser estejam despencando. Para alguns setores, o app domina de tal forma, que o acesso via browser quase inexiste!

 

A usabilidade

O uso crescente de smartphones, em detrimento da queda de vendas e do crescente desuso por parte dos equipamentos ‘desktop‘ nos dão a nítida sensação: a usabilidade dos smartphones/tablets cresceu vertiginosamente nos últimos três anos. A praticidade no uso, o grau crescente de confiabilidade e segurança que estes aplicativos trazem para os usuários têm colocado estes equipamentos como favoritos para determinados tipos de transações compras on-line, transações bancárias, uso de redes sociais, checagem de e-mails, entre tantas outras tarefas de nosso cotidiano.

Os mensageiros instantâneos, entre eles o WhatsApp, tem ate versões que rodam em outras plataformas, mas o seu uso efetivo, e a comodidade de uso, se faz pelos smartphones.

 

usabilidade mobile dos apps

 

Número de smartphones no Brasil supera o número de PCs (desktops). Dados são apontados no 26º Relatório Anual de Tecnologia da Informação. Fonte: FGV – Fundação Getulio Vargas na revista Exame

 


O perfil do público WEB

Seria tendencioso traçarmos um ‘perfil público’ dos usuários web analisando o quesito “browser versus nativa app“. Longe disso, pois na verdade temos um público diversificado em relação ao uso de ambas as tecnologias.

Porém, com relação a traços de comportamento, podemos elencar e apontar alguns fatores que podem ajudar a compreender melhor este universo de usuários, com relação a seus hábitos e consumos ligados ao consumo e compra on-line* (Dados apontados na 33ª edição do relatório WebShoppers, elaborado pela E-bit/Buscapé)

O valor médio das compras realizadas on-line no Brasil em 2015 registrou R$ 388,00. Isso significa que produtos com esse valor de venda são os preferidos deste público, denotando certo grau de confiabilidade na plataforma, ao mesmo tempo que não se trata de um valor alto demais;

O valor médio das compras, projetadas para 2016 gira em torno de R$ 419,00, valor acima do registrado em 2015, que demonstra fôlego e confiabilidade dos usuários no uso da plataforma, numa crescente;

Temos, também, um público mais consumista, visto que o tempo de uso (ou ciclo de vida) de um smarphone/tablet gira em torno de 2 anos, 2 anos e meio a 3 anos (para os mais acomodados), enquanto um Computador Pessoal/PC (desktop) pode ter um tempo de uso ligeiramente maior (girando em torno de 5 a 7 anos). Assim, notadamente, os usuários de mobile têm uma tendência natural em trocar seu equipamento e investir em novas tecnologias, estando isso no seu hábito, gerando um traço de consumismo permanente.

Considerações Finais

Com esse perfil de usuários, somada à visão das empresas, que mais e mais vêm investindo sistematicamente na plataforma mobile, podemos arriscar que no atual momento a programação nativa – apps, vem ganhando mercado, apesar de grande parte dos negócios (e por que não, lazer e entretenimento, que gera audiência e o “potencial público consumidor”?) ainda gira via web (browser).

Portanto, temos um cenário de crescimento da plataforma mobile numa constante, com esta plataforma gerando faturamento cada vez maior para as empresas, e dentro da plataforma, o crescimento dos apps. Com relação a escolha de qual tecnologia apostar, acredito que ambas devam ter sua atenção, porém um cuidado especial com o app, pois este passa pelo atual momento como “a que mais cresce e dá retorno para as empresas”, além de ser a preferida dos usuários. Um dilema que no mundo dos negócios sempre acontece: a escolha de qual dos caminhos seguir. De repente, neste caso, ambos os caminhos sejam os corretos a se escolher. Saber investir nas duas propostas, e alavancar seu negócio, colocando-o em contato direto com os gostos, e costumes, do atual público consumidor.

Fontes de pesquisa e leitura complementar para o leitor:

Gizmodo Brasil

Tecnologia IG

Portal Brasil

G1 Tecnologia

 

 

 

 

Professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

 

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Microsoft compra o Linkedin

Por Professor Luiz Angelo*

Hoje estava observando coisas do dia a dia, e como sempre, refletindo sobre isso em grande escala. Porque são nas pequenas coisas que medimos, mensuramos e projetamos as grandes coisas.

Estava na padaria (calma, não me perdi do assunto do artigo, apenas quero traçar uma linha de raciocínio com vocês), e pude observar como o pequeno comércio, as pequenas empresas, atuam de modo diferenciado, no atendimento aos seus clientes. Fiquei devendo R$ 0,50 (cinquenta centavos) há quase uma semana nesta padaria. Vou duas vezes por semana, às vezes três, comprar produtos (pão, leite, frios, etc). Tem um estabelecimento a uma quadra e meia de casa, na mesma rua, mas me aventuro a andar 6 quarteirões para ir nesta padaria, algumas vezes na semana. Por quê? Atendimento. Sou muito bem atendido, gosto de ir nesta padaria.

Percebi que a proprietária da padaria (que faz o caixa) não estava. Uma das atendentes veio fechar o meu pedido e cobrar. Então percebi que a proprietária tinha saído do caixa, pois estava ajudando uma senhora, idosa, sua cliente também, a atravessar a rua. Isso não se faz somente por questão de tratar bem o cliente, pois ela não precisaria fazer isso para tratar bem, mas é um “bônus”, um “que a mais”, um “algo a mais para diferenciar”.

No entanto, não basta o atendimento ser bom, diferenciado, se a empresa não chegar até o cliente. O “boca a boca”, no caso, é o que faz com que esta padaria chegue ao conhecimento de mais e mais clientes. Eu mesmo, aqui falando dela (apesar de não citar o nome), estou entre os conhecidos e vizinhos do bairro que falam bem dela (da padaria).

Atendimento ao cliente

E o que isso tudo tem a ver com o titulo deste artigo? Uma introdução, para que possamos entender que as grandes corporações, as empresas .COM, do ramo de TI – Tecnologia da Informação, também usam suas armas, suas estratégias, claro que num grau muito maior, mas elas vêm, sistematicamente, investindo pesado em sua “imagem”, e na busca incessante de clientes, novos clientes, não só na fidelização dos atuais, mas conseguir novos clientes, novos usuários para seus produtos/serviços, e também fidelizá-los.

Exemplo maior de “fidelização” na internet, em se tratando de redes sociais, não existe. Twitter, Facebook, Tumblr, Youtube, Linkedin: talvez estes sejam o novo “caminho” para pavimentar uma solida e permanente base de usuários na Internet. E as empresas estão de olho nisso. Tanto que o número de fusões e compras de empresas .COM tem disparado, ano a ano, com grandes investimentos na compra de empresas e produtos, concorrentes ou não.

linkedin e as redes sociais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A retomada da Microsoft

Mas vamos nos ater ao título do artigo. Quero aqui apenas explanar minha concepção sobre a Microsoft e  seu papel em meio a isso tudo.

A Microsoft vem, a médio prazo, numa empreitada para se tornar, novamente, uma das empresas de vanguarda no universo da TI. Não que ela não seja importante, que tenha seu papel de destaque (inclusive, na história da TI como um todo, grande responsável pela popularização da Informática, no mundo todo, com seu Sistema Operacional MS-Windows), mas a Microsoft está se reinventando, e se remodelando, a medida que a área de TI evolui, e novas necessidades surgem.

A Mojang, empresa originalmente sueca, atuante no segmento de jogos eletrônicos, foi a primeira empresa adquirida pela Microsoft nessa “arrancada estratégica em busca de novos segmentos para atuação”, há pouco mais de um ano e meio (setembro de 2014), solidificando a participação da Microsoft no ramo de jogos eletrônicos. A Mojang nada mais é que a criadora do jogo Minecraft, verdadeira febre entre o público infanto-juvenil, e com muitos marmanjos também participando. Com essa tacada, a Microsoft não só garantiu o jogo eletrônico rodando na plataforma PC (da qual a própria Microsoft domina o mercado, com seu sistema operacional MS-Windows), como ainda abriu caminho na plataforma dos consoles Playstation, da qual é principal concorrente com outro console, o XBOX. Tacada de mestre!

Há menos de três anos (setembro de 2013), a Microsoft comprou a Nokia, fabricante de celulares e smartphones. Notadamente percebemos o olho da gigante de Redmond investindo no segmento de IoT (Internet of Things, ou, Internet das Coisas), um segmento em franca expansão e crescimento continuo, que mais e mais vem para, ironicamente, “substituir” a plataforma PC (a qual a Microsoft foi uma das criadoras da base de sustentação, e que reinava desde o século passado). Neste segmento, tem o Windows Phone, solução de sistema operacional para rodar na plataforma de smartphones, dominado pelo Android (do Google).

Há pouco mais de cinco anos (maio de 2011) a Microsoft dava um grande (!) passo ao comprar o Skype, programa de comunicação on-line, de telefonia via web. A intenção clara da Microsoft era aumentar sua participação e agregar a telefonia web, numa mostra de visão de planejamento tático. A comunicação via web vinha aumentando significativamente, e vemos muito isso hoje, com a participação do WhatsApp (do Facebook) neste segmento, concorrendo com a telefonia móvel e fixa (os embates das empresas de telefonia, no Brasil e no mundo, contra os softwares de comunicação via web, têm crescido continuamente e, claro, isso se prova pois há muito dinheiro em jogo).

A compra do LinkedIn

E agora, com a compra do LinkedIn, a Microsoft mostra o seu fôlego: com capital para investir, a mesma vem apostando alto em diferentes segmentos da TI, mas não pensem que são investimentos às cegas: há notadamente uma visão estratégica, adquirindo empresas e produtos que serão chaves para sustentação das empresas .COM no mercado futuro. O objetivo é claro: chegar aos usuários de internet para atrair novos clientes para seus produtos. As redes sociais virtuais são, hoje, o melhor caminho para atingir o grande público.

linkedin - estatistica e numeros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O LinkedIn retratado em números:

  • Valor de mercado na ordem de US$ 8 bilhões (NASDAQ, 2016);
  • Valor de compra do Linkedin pela Microsoft: US$ 26 bilhões (Site ValorEconomico, link no final do artigo)
  • 21,4 milhões de visitantes únicos (não foram considerados aqueles que já visitaram ou que criaram perfil e visitam a rede diariamente), segundo a Quantcast;
  • 414 milhões de usuários no mundo todo (dados do próprio Linkedin, referente a Dezembro de 2015);
  • Com um perfil de fidelidade muito grande, o engajamento dos usuários da rede Linkedin cresceu em 80% (Linkedin);
  • Mais da metade dos usuários – 57% – usam o aplicativo através de dispositivos moveis (segundo o próprio Linkedin).

“(…) a empresa passou por diversas modificações e deixou de ser apenas uma rede de empregos para tornar-se uma plataforma de networking, conteúdo e soluções”

Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor regional do LinkedIn para a America Latina

Público com foco em mercado de trabalho, uma rede crescente em numero de usuários, visitas constantes dia a dia: um terreno fértil para investir sua imagem e linha de produtos. A Microsoft vem, assim, seguindo o caminho de sua  pavimentação e participação neste novo mercado que se forma para o novo século. E outras grandes empresas da área de TI também seguem o mesmo caminho. Trata-se da nova metodologia de adaptação e sobrevivência no competitivo mercado digital mundial.

Para me adicionarem no Linkedin, acessem: http://br.linkedin.com/in/profluizangelo
Leitura complementar:
Olhar Digital
Valor Econômico
professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
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A evolução tecnológica e seu impacto no trabalho moderno

A transformação digital, e o rearranjo do status quo das profissões

Que a evolução da tecnologia, dos seus recursos e equipamentos vem alterando sistematicamente a forma e a metodologia de trabalho de diversos profissionais no mercado atual, isso não há sombra de dúvidas.

No entanto, nestes últimos anos, mais especificamente neste novo século, temos aqueles profissionais que buscam, dentro das empresas, incessantemente, a aceleração do “digital”, vislumbrando um cenário a médio e longo prazo em que isso deverá ser um enorme diferencial para as empresas atuantes no mercado.

Por isso mesmo, quanto antes houver a adaptação da empresa para este cenário projetado, ponto a favor na captação de clientes e maior participação de mercado para a empresa.

O motor das mudanças de todo o processo vem sendo puxado pelos clientes. Com os novos recursos e tecnologias, o contato com os clientes mudaram. Hoje, com base na tecnologia, os clientes estão mais bem informados, e requerem isso da empresa na qual são clientes. Mais e mais o comportamento dos clientes, sua satisfação na avaliação do serviço prestado e, sem dúvida alguma, a maneira que são atendidos pelas empresas, vem impactando na forma, metodologia de trabalho e atuação das empresas e de seus funcionários, junto a seus clientes.

A grande questão que as empresas atuais têm que responder é: como aprimorar o atendimento ao cliente?

Para que este aprimoramento ocorra a contento, e tenhamos o cliente, na outra ponta, “satisfeito” pelo atendimento prestado pela empresa, é crucial que os responsáveis na empresa compreendam os impactos das mudanças que o digital gerou na gestão de negócios e de atendimento ao cliente, mensurando o serviço prestado, e aplicando os recursos e tecnologias adequados, tanto do ponto de vista do cliente, quanto da empresa.

Resumidamente, com a visão de Marc Gasperino, Líder da Pratica Digital da Korn Ferry, notadamente pelo avanço do digital, temos como impulsionadores da mudança de posicionamento das empresas, com foco nos seus clientes:

  • Propósito da marca;
  • Personalização impulsionada por dados;
  • Consistência nos pontos de contato;
  • Obsessão pelo cliente;
  • Foco na liderança;
  • Colaboração;
  • Experimentação;
  • Fazer conexões com dados;
  • Dar protagonismo ao papel de Analytics e Insights;
  • Senso critico de negócio e Storytelling

professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
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Home Office e BYOD – o trabalho do futuro?

Por Professor Luiz Angelo *

Aquele modelo tradicional de ambiente de trabalho está sofrendo profundas (e irreversíveis?) mudanças: mesa de trabalho, equipamento da empresa, escritório, horário e jornada a cumprir semanalmente, controle de ponto…

Primeiramente, vamos entender as variantes que fazem parte desta equação e que são, em grande parte, as responsáveis por estas mudanças significativas no ambiente de trabalho.

Home Office  

home office

 

 

 

 

 

 

 

 

O Home Office significa “escritório em casa” (tradução literal do termo em inglês), e abrange a realização e execução do trabalho comercial/empresarial fora do ambiente de trabalho. Impossível? Não, não é não!

Quando falamos no Home Office existem variações para aplicação e definição do termo, propriamente dito, alem do “escritório em casa”: trabalho em casa, escritórios virtuais, acesso à distância, cafés bar, hotéis, aeroportos, táxis, parques, praças e espaços públicos com wi-fi livre, entre outros, os quais as pessoas fazem uso para executar tarefas e atividades relacionadas ao seu trabalho. E devemos atentar que nem todas as tarefas e atividades do cotidiano de trabalho podem ser realizadas fora do ambiente de trabalho. Existem limitações. E assim, também existe a questão do funcionário/colaborador ter em sua casa, no ambiente doméstico, equipamentos, softwares e recursos que possibilitem que o mesmo possa executar seu trabalho e as ações relacionadas a ele, sem prejuízo para a qualidade do serviço e término da atividade.

O BYOD

Cada vez mais temos colaboradores, empregados e funcionários empenhados e engajados no seu trabalho, que querem acessar a rede corporativa da empresa com qualquer equipamento compatível. Hoje temos uma miscelânea de equipamentos que se conectam às redes de dados e comunicações: tablets, smartphones, laptops, e outros gadgets. A esta ação de uso de equipamentos pessoais em ambiente de trabalho dá-se o nome de BYOD – Bring Your Own Device – , traduzido livremente do inglês, significa “Traga Seu Próprio Aparelho”.

 

byod - responsivos na mao

 

 

 

 

 

 

As tecnologias envolvidas

Para ter esse suporte, as empresas estão tendo que investir em diversas tecnologias, oferecer recursos, prestar suporte e adquirir soluções (softwares) que atendam esta nova necessidade, em prol de maior eficiência na realização e execução do serviço por parte de seus colaboradores, diretos e indiretos. Dependendo do tamanho e perfil da empresa, diferentes soluções são empregadas, mas independente disto, as empresas devem estar preparadas para estas transformações, que estão impactando e causando profundas transformações na forma de trabalho, e essas mudanças estão se tornando cada vez maior, tendo um peso crescente na realização do trabalho no mundo moderno.

A rede wi-fi é hoje uma necessidade, em qualquer ambiente de trabalho, dos mais simples aos mais complexos. Colaboradores fazem uso do BYOD cada vez mais, sem mesmo perceber, e o empresário que não perceber isso, e não investir e nem incentivar podem ser passados para trás por seus concorrentes, pois perderão em eficiência: muitas tarefas e atividades simples do cotidiano, mesmo a comunicação no trabalho, estão cada vez mais sendo utilizadas com emprego de tecnologias pessoais.

Como solução corporativa (para empresas de grande porte e abrangência), temos as VPNs – Virtual Private Network – , ou Rede Virtual Privada, quer perfazem a ligação da empresa por meio virtual, pela Internet (rede mundial de computadores), criando “uma rede privada virtual, interconectada pela Internet, a rede pública mundial de computadores”.

Com esta gama de recursos (conexão internet comercial/empresarial, VPN, outros) faz-se necessário investir também em segurança: sistemas operacionais servidores de rede, que configuram e permitem o correto gerenciamento e acompanhamento das atividades realizadas em ambiente de rede/conectados. Estes servidores de rede oferecem inúmeros serviços (cada qual conforme seu tipo e recurso/funcionalidade disponível): desde gerenciamento de acesso e uso da Internet, segurança, níveis de acesso de usuários na rede, entre outros.

As responsabilidades e o raio de ação de funcionários e empresas

A grande dúvida que paira quando se fala de Home Office recai sobre a questão de que “não se trabalha direito” quando o local a executar as tarefas e atividades é fora do ambiente tradicional de trabalho.

Assim, vemos que o Home Office não depende somente do funcionário, mas muito mais na empresa, que além do incentivo, ainda tem que oferecer suporte e plataforma que de sustentação a gama de serviços e recursos relacionados com o Home Office e BYOD, que se trata de uma modalidade diferenciada de trabalho, séria, e que exige, de todos, o entendimento do correto uso e de sua aplicabilidade.

O que devemos frisar para os empresários e gestores que estes investimentos (e não custos!) para o Home Office e BYOD propiciam aumento de produtividade, redução de riscos (relacionados principalmente a segurança e vazamento de dados e informações, desde que seus funcionários sejam corretamente capacitados, e seus equipamentos, protegidos), e custos (sim, custos relacionados à manutenção, reposição de equipamentos, entre outros), desde que feita de forma planejada e organizada. Os departamentos/setores de TI (Tecnologia da Informação) devem receber o apoio devido, para que o Home Office e o BYOD sejam executados de maneira correta dentro de sua organização (empresa).

 

byod2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leitura complementar:

Home Office: nova tendência nos contact centers 

Site da Dell – Mobilidade

O que é VPN?

7 coisas que todo mundo precisa saber sobre Home Office

 

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