Homo Faber, Homo Ludens, Homo Digitalis e a supremacia da pele das novas tecnologias comunicacionais

Por Graça Taguti*

O corpo que nos interessa neste artigo, desde que o homem é homem, produzindo, brincando e se digitalizando através dos séculos, experimentando suas reações e acoplamentos aos estímulos externos – seja ao congestionamento dos ambientes urbanos, como às ofertas de miríades de gadgets que agora avassalam o século XXI, pertence a um sujeito, que pode ou não possuir um rosto, mas nos faculta revisitá-lo em uma retrospectiva histórica, recortada naturalmente nas descontinuidades temporais, comuns a várias épocas.

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