Tecnologia, internet das coisas e próximos passos

internet das coisas

O termo Internet das Coisas (em inglês Internet of Things – IoT), já está no nosso vocabulário há algum tempo. Mas, o que vem a ser exatamente isso?

Segundo a matéria do TechTudo, o termo surgiu em 1999, com Kevin Ashton do MIT, mas já em 1991, Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, pensou sobre a conexão de Device para Device (D2D), a partir de “várias webs”.

Como usamos a internet das coisas

A internet das coisas chegou a partir de uma evolução na tecnologia que nos permitiu conectar vários itens do nosso dia a dia aos computadores. E isso vai desde carros, eletrodomésticos, meios de transporte, calçados, roupas, e outros dispositivos, como celulares, tablets e computadores.

Hoje já é possível assistir seu filme ou série preferida através da Netflix, conectar objetos de sua casa, medir seus batimentos cardíacos e até trazer informações do seu rebanho, plantação, estoque da loja e por ai vai… não há limite. A Google anunciou recentemente um computador controlado por voz e uma jovem criou próteses revolucionárias.

Para que tudo isso funcione, é preciso ter o apoio do tripé: dispositivos, redes de comunicação e sistemas de controle.

O que podemos esperar

Mas nem tudo são flores. Existe risco? Sim, existe. Uma falha de software ou invasão criminosa no sistema, pode deixar a sua casa ou sua cidade com o trânsito um caos, por exemplo.

Porém, isso é um passo para o futuro que não terá voltas. Veremos com isso, surgir, e já surgiram, empresas de segurança, de tráfego de dados, entre outras, empresas e serviços muito importantes para o funcionamento pleno da internet das coisas.

Para finalizar, o IDG Now trouxe uma matéria que descreve os próximos 10 passos:

  • Em 2002, 100 milhões de consumidores vão comprar em ambientes de realidade aumentada,
  • Em 2020 as pessoas vão conversar mais com bots que com seus cônjuge,
    2019, 20% das grandes marcas deverão abandonar seus aplicativos móveis
  • empresas usarão algoritmos para “alterar positivamente o comportamento de bilhões de trabalhadores globais”,
  • Em 2022, haverá uma empresa de serviços Blockchain que deverá faturar US$ 10 bilhões,
  • Até 2021, 20% de todas as atividades de engajamento envolverão pelo menos um dos sete gigantes digitais
  • Os gastos com inovação não serão baratos,
  • Os dados da internet das coisas levarão a um aumento de demanda por armazenamento,
  • Em 2022, a Internet das Coisas vai economizar 1 trilhão de dólares por ano,
  • O uso de dispositivos de fitness irá aumentar.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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A era digital – As transformações que o digital trouxe para os negócios e o trabalho

Por Professor Luiz Angelo*

era digital

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os computadores vieram para ficar. A internet veio para ficar. O mobile veio para ficar.

Em diferentes épocas da evolução tecnológica, as afirmações acima foram feitas por aqueles que acreditavam em grandes mudanças no ambiente corporativo, mercado de trabalho e no dia a dia de negócios das empresas.

O tempo veio provar que cada qual, no seu tempo, previu corretamente. Os computadores revolucionaram a forma de armazenamento e processamento de dados, aumentando a eficácia na análise de grande quantidade de dados e informações, e diminuindo consideravelmente o tempo gasto na manipulação dessas informações.

A Internet revolucionou e agilizou o processo de comunicação e a troca de dados e informações em escala global. E nem vamos discutir os aspectos relacionados a vida pessoal e doméstica das pessoas (outra grande revolução).

“Estamos mudando a vida das pessoas e precisamos trabalhar para que elas sejam inseridas num mundo melhor”. Laercio Cosentino, CEO da Totvs

E o mobile, que vem sistematicamente invadindo o ambiente corporativo, alterando a forma de negociação, de realização de trabalhos e atividades ligadas ao comercial, mudando significativamente não só a comunicação, mas a relação profissional entre empregados e empregadores, entre funcionários e clientes.

Temos, assim, eficiência, eficácia e interatividade numa forma jamais imaginada anteriormente, graças a essa evolução tecnológica, desde a criação dos grandes computadores no século passado.

E não paramos. Ainda temos outros fatores a destacar neste processo evolutivo das tecnologias e seu impacto no mundo dos negócios.

Podemos, resumidamente, agrupar as plataformas de negócio do mundo “tecnológico” em três:

  • 1ª fase – Computadores/PCs: a primeira fase, que foi a responsável pela migração de negociações com uso de equipamentos para processamento e armazenamento de grandes quantidades de informação, propiciando negociações com um volume de informações bem superior ao geralmente estabelecido. Em evolução contínua, com relação a rapidez no processamento e capacidade de armazenamento, além da questão de segurança da informação, também em processo constante de evolução e melhoramento;
  • computador antigo

 

 

 

 

 

  • 2ª fase – Cloud (nuvem): com a criação da Internet  aliada aos equipamentos da etapa anterior, o mundo dos negócios teve a comunicação alçada em escala mundial, abrindo um novo patamar de negociações, e esta integração propiciou o embasamento e fundamento para o avanço de grandes corporações, em escala global e contínua, processo que ainda hoje  está em franca expansão;

    ioT

 

 

 

 

 

  • 3ª fase – Big Data: em fase inicial, descreve o imenso volume de dados estruturados e não estruturados que impactam os negócios no dia a dia. Mas, o importante não é a quantidade de dados, e sim o que as empresas fazem com os dados que realmente importam. Com este grande volume de dados disponíveis no ambiente web, algumas corporações já fazem, e outras farão, uso destes dados para gerenciar e tomar  decisões, que impactarão enormemente na gestão empresarial.

info grafico big data

 

 

 

 

 

Com o surgimento da tecnologia, e o início da Era Digital, temos a palavra transformação como imperativa no ambiente de negócios. A Era Digital, iniciada na 1ª fase e impulsionada na 2ª fase, chega agora a esta 3ª fase que vem, certamente, para mudar para sempre o mundo dos negócios.

“(…) a transformação digital permanecerá parte de todos os negócios, independente do segmento da empresa”. Laercio Cosentino, CEO da Totvs


As empresas que não se atentarem a esta revolução que o digital está causando, e em muito ainda irá causar, estão fadadas a perder mercado e até mesmo saírem da cena de negócios (ao menos, dos grandes negócios). Mas no que se deve investir?

era digital

 

A palavra de ordem para investimentos no mundo corporativo, e de negócios, hoje, são nas novas ferramentas de tecnologia como mobilidade (agilidade nos negócios e comunicação), negociações on-line na nuvem (cloud), redes sociais (interatividade com clientes e colaboradores) e o big data: investir em softwares para estruturação e catalogação de grandes massas de dados. Estes dados serão processados e com base na geração de informações, impactarão a análise e a tomada de decisões.

Mas não basta ter esta visão de investir nestas tecnologias,  será necessário também investir em infraestrutura, tanto física (equipamentos, computadores, conexão a Internet) quanto lógica (softwares, programas e ferramentas diversas). Somente com esse suporte haverá a possibilidade de aporte dessa grande massa de dados e recursos disponíveis, o surgimento de empresas especializadas que atuam neste segmento, e caberá às corporações saber distinguir as melhores prestadoras deste tipo de serviço.

“Quem quer se tornar digital tem de pensar em diversos pontos, como social, internet das coisas, mobilidade e ai vemos um meio de engajamento, para que as pessoas queiram compartilhar seus dados conosco e para interação (…)”. Luis Liguori, CTO da IBM.

O que as empresas ganham hoje com o investimento nestas tecnologias? Crescimento na participação de mercado, agilidade na oferta de seus produtos e serviços, e a melhor oferta para atrair clientes e demais interessados.

“(…) aqueles que entenderem o que é a transformação digital e mudarem junto, conseguirão melhores resultados ”. Luciano Corsini, CEO da Hewlett-Packard

Com um olhar no futuro, planejamento contínuo a médio e longo prazo, cabe aos gestores de hoje compreenderem o mercado atual ao qual as empresas estão em processo de inserção. O modelo tradicional de gestão está sofrendo mudanças impactantes, e quem não se adaptar, perderá mercado.

“Antigamente 95% era o índice maximo de satisfação que uma empresa conseguia atingir, porque os outros 5% era algo extremamente caro. Hoje isso não cabe mais. Se a companhia tiver 100 mil clientes e deixar 5 mil frustrados, o impacto em mídias, por exemplo, pode destruir a empresa”. Cyro Dehe, presidente da Oracle

Leituras complementares:

Revista IT Fórum, edição dezembro de 2015
Blog do Professor Luiz Angelo

 

professor Luiz Angelo* Professor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-Informática
Escola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

 

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