WhatsApp: mudanças e inovações constantes

whatsApp

Desde seu surgimento em 2009, o WhatsApp vem fazendo sucesso entre os usuários de smartphones em todo o mundo, ainda mais aqui no Brasil. O WhatsApp, ou apenas Whats (ou zap) como é chamado pelos brasileiros, é um aplicativo que utiliza a internet para troca de mensagens, fotos, arquivos, vídeos e chamadas de voz e vídeo. Além de tudo isso, agora o aplicativo terá, assim como o Snapchat e o Instagram, sua própria Storie, mas será chamado de Status.

 

whatsApp stories

 

WhatsApp?

Com tantas funcionalidades, o WhatsApp de hoje está bem longe de se parecer com seu modelo inicial criado por Jan Koum e Brian Acton. Em sua primeira versão, os criadores imaginaram que o aplicativo seria usado para os usuários indicarem em seu status se estão ou não disponíveis. Assim, a pessoa entraria no app e verificaria seu status antes de te ligar, para então não te atrapalhar, caso você estivesse de férias ou ocupado com outra coisa. Por isso o nome WhatsApp, um trocadilho com a expressão inglesa “What’s up?” que significa algo como “E aí?” ou “O que está acontecendo?” ou ainda “O que se passa?”.

Venda do WhatsApp

Em 2014, o Whats foi comprado por Mark Zuckerberg, criador do Facebook, e, aí que começaram as maiores mudanças. Além de ser um aplicativo de smartphone com suas funções iniciais, em 2015 passou também a poder ser utilizado em navegadores de internet, no site do WhatsApp Web. Nos navegadores Google Chrome, Mozilla Firefox e Opera.

Aos poucos o WhatsApp foi mudando e trazendo diversas atualizações e novidades, como a mais nova delas: ter uma Storie em seu status.

As funcionalidades

Veja algumas dessas atualizações ao longo da história do aplicativo:

  • As impactantes chamadas de voz e de vídeo;
  • Grupos com vários usuários;
  • Ícones ou símbolos como imagem para ilustrar o grupo;
  • Opção para ‘reportar spam’;
  • Notificações de chamada perdida;
  • Diversas mudanças nos emojis, antes amarelos passaram a possuir opção de etnia diferente, além de novas imagens e categorias.
  • Possibilidade de escrever textos em negrito, itálico e riscado.
  • Possibilidade de publicar gif
  • Possibilidade de copiar a mensagem e responder para o
  • A maior novidade, anunciada em 20/02, por ocasião dos 8 anos do aplicativo é a mudança da função “status” por uma nova que permite compartilhar imagens e vídeos que desaparecem após 24 horas.
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Atendimento via Chatbot

chatbot

Na última semana falamos o quanto que o atendimento ágil e rápido pode ajudar o seu negócio, criar um contato maior com o cliente e ajudar a amenizar crises. Mas, hoje, abordaremos uma nova forma de se relacionar com os clientes que tem dado o que falar nos últimos tempos: os bots e os chatbots.

Esse tal de bots, nada mais é do que abreviação da palavra “robots” (tradução: robôs). Esses robôs, diferentemente dos filmes de ficção científica, são apenas softwares de respostas automáticas, programados para realizarem algumas tarefas pré-estabelecidas. No caso dos chatbots, eles são programados para responderem e criarem uma conversa via chat com pessoas reais.

A palavra chatbot foi inventada por Michael Mauldin, em 1994, para descrever estes robôs de conversação na Twelfth National Conference on Artificial Intelligence.

Como os chatbots funcionam?

 O programador cria um personagem com capacidade de reconhecer e interpretar a linguagem escrita. Através de métodos de Inteligência Artificial, o robô consegue manter um texto coeso, coerente e com concordância que seguirá respostas lógicas e apropriadas para cada tipo de questão.

Usar chatbots para conversar com o cliente não é algo tão recente assim. Operadoras de celular e outras empresas de telemarketing já utilizavam desse serviço por meio de SMS ou até mesmo via telefone. Quem nunca recebeu uma mensagem que dizia “envie SIM para aderir a esse plano” ou algo do tipo? Esse era o começo dos chatbots, hoje, é possível usar o chatbots em aplicativos de comunicação instantânea, como o Whatsapp e o Messenger do Facebook.

É possível criar um bot até com gênero: masculino, feminino ou neutro.. alguns desenvolvedores não mais se conformam com um gênero e desafiando uma tradição de assistentes digitais do sexo feminino que alguns dizem exibir personalidades submissas.Automatize seu negócio.

 

Criando o chatbot

Para criar um chatbot, é preciso criar uma programação robusta, baseada em um sistema de informação, que deve atender “as necessidades de backend de um chatbot … semelhantes às de um aplicativo para celular. Ele precisa autenticar e enviar credenciais, bancos de dados de consulta, armazenar informações e interagir com sistemas que vão desde a folha de pagamento e automação de vendas a comércio eletrônico.“, segundo artigo do IDG NOW.

Quem gerencia páginas no Facebook e outras mídias sociais sabe que grande parte das interações acabam sendo repetitivas, com clientes que fazem sempre as mesmas perguntas. Com o atendimento via chatbot você cria um script com respostas para seus clientes e automatiza o seu negócio.

 Além disso, é possível fazer com que um mesmo bot consiga atender virtualmente, instigar a curiosidade do cliente, criar salas de chat com mais de um cliente, tirar dúvidas e, até mesmo, fechar uma venda. É um passo a mais na interação, e na chamada automação de marketing.

Saiba mais sobre chatbot nesse compilado de assuntos no grupo BotsBrasil no Medium.

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Compreendendo a plataforma Mobile

mobile

Por Professor Luiz Angelo*

A plataforma mobile, ou de dispositivos móveis – onde se encaixam tablets e smartphones -, deixou de ser uma tendência, e compreende hoje um novo paradigma no mundo de negócios on-line, e com a popularização destes aparelhos o campo de atuação de vendas e atendimento a clientes ampliou consideravelmente.

Com este grande mercado, que é importante não só na questão de uso de aplicativos fim (o que interage diretamente com o usuário), mas como objeto direto de consumo por parte dos clientes,  tem sido visto e utilizado cada vez mais como parte de estratégia de divulgação de marcas e na prospecção de clientes por parte das empresas.

De uns anos para cá o desenvolvimento para a plataforma mobile deixou de ser visto como tendência, e passou a chamar atenção das grandes empresas que atuam na área de desenvolvimento de sistemas/programas, as quais têm investido maciçamente na contratação de especialistas em programação para a plataforma para dispositivos móveis.

 

As atividades on-line

Hoje são inúmeras as atividades realizadas pelas pessoas conectadas ao mundo virtual: compras, leituras diversas (em sites, e-books, e-mails), pesquisas. E a plataforma mobile vem sendo utilizada cada vez mais como o principal dispositivo de acesso. Com aparelhos cada vez mais baratos, a facilidade de acesso à rede mundial de computadores (apesar de no Brasil ainda termos um dos acessos mais caros de conexão móvel e a internet não ser uma das melhores no quesito velocidade e qualidade de sinal), aliada à comodidade que os dispositivos mobile dão ao usuário, temos nas compras on-line por meio de dispositivos móveis um dos principais meios de efetivação de compras.

Empresas têm neste tipo de atividade um grande meio de exploração comercial, e tem, de forma estratégica, utilizado isso para potencializar e aumentar suas vendas, investindo em sites e apps para atenderem esta propensa clientela.

Os dispositivos mobiles invadiram o dia a dia das pessoas, e cada vez mais empresas têm investido na plataforma, como uma ferramenta adicional para o trabalho de seus funcionários

Além de tablets, o uso de smartphones (em especial), tem-se tornado cada vez mais constante durante viagens (a trabalho ou de natureza particular/familiar), em shoppings e momentos de lazer. Dados da Vocus apontam:

  • 72% das pessoas utilizam o smartphone para acesso a  Internet em viagens;
  • 64% afirmam utilizar o smartphone em restaurantes;
  • 63% das pessoas confirmam uso de aparelho móvel em lojas;

Segundo a Econsultancy, 62% dos e-mails são abertos por dispositivos móveis atualmente, um dado muito relevante, e outro ainda mais significativo: 73,9% do tempo de usuários de tablets são utilizados para acessar canais de pesquisa, conforme aponta o eMarketer.

Que dispositivo você esta utilizando, neste momento, para ler este artigo? E durante o seu dia a dia, tanto no trabalho, quanto em casa, com que constância você utiliza seu smartphone/tablet para ler conteúdos, acessar a internet, enviar/receber e-mails? Mais do que seu computador pessoal (PC/Desktop)?

 

Estatísticas de venda on-line:

 

Vendas on-line via mobile

 

 

 

 

 

Crescimento das vendas com uso de dispositivos móveis passou a representar 12% do faturamento das empresas no Brasil, relacionado ao Comercio online  – Fonte Agência Brasil

 

Cada vez mais os usuários de mobiles são vistos como clientes em potencial, utilizando seus dispositivos móveis para fazer escolhas e efetuar compras. Ao efetuarem uma compra, o histórico e personalização dos dados pesquisados incentivam o consumo de acordo com sua escolha, que é armazenada e utilizada posteriormente para “divulgação” junto a este cliente. Corroboram para este cenário no universo mobile:

  • 82% das compras em dispositivos móveis são precedidas por pesquisas (buscador Google);
  • 52% dos clientes que efetuam compras utilizando seus mobiles afirmam efetuar a compra por meio de influência de dados personalizados de divulgação (estas divulgações são realizadas por meio de combinações de diversos canais de informações, como o MyBuys, por exemplo);
  • 79% dos usuários de smartphones utilizam seus dispositivos mobiles para efetuar compras pela Internet (Google).
  • Dados de junho de 2012 apontam que quase metades dos proprietários de smartphones nos EUA usaram aplicativo comerciais para efetuar compras online (Marketing Pilgrim).

Os sistemas/programas existentes, independentemente da plataforma (web ou nativa) vêm, sistematicamente, contribuindo para o aumento das vendas on-line, que tem atrelados outros sistemas, a saber:

  • a venda por cartão de crédito/débito, fazendo uso do chamado “dinheiro eletrônico” do século XXI, substituindo o “dinheiro de papel”;
  • a venda por créditos/pontos, dentro de sistemas fechados (por bitcoin, créditos fornecidos e administrados por empresas, por sistemas de bonificação por uso contínuo de seus produtos, entre outras formas). Lojas de varejo, operadoras de cartão de crédito, bancos, casas de crédito, supermercados, muitas são as empresas e comércio em geral que vem investindo neste tipo de venda de seus produtos/serviços.

A questão de segurança

Por mais que sejam levantados dados e apuradas estatísticas, o uso de aplicações via web browser, pelo smartphone, está cada vez mais raro. A quantidade de apps disponíveis no mercado, e mais, a comodidade e segurança que estes Apps nos trazem, faz com que as transações via browser estejam despencando. Para alguns setores, o app domina de tal forma, que o acesso via browser quase inexiste!

 

A usabilidade

O uso crescente de smartphones, em detrimento da queda de vendas e do crescente desuso por parte dos equipamentos ‘desktop‘ nos dão a nítida sensação: a usabilidade dos smartphones/tablets cresceu vertiginosamente nos últimos três anos. A praticidade no uso, o grau crescente de confiabilidade e segurança que estes aplicativos trazem para os usuários têm colocado estes equipamentos como favoritos para determinados tipos de transações compras on-line, transações bancárias, uso de redes sociais, checagem de e-mails, entre tantas outras tarefas de nosso cotidiano.

Os mensageiros instantâneos, entre eles o WhatsApp, tem ate versões que rodam em outras plataformas, mas o seu uso efetivo, e a comodidade de uso, se faz pelos smartphones.

 

usabilidade mobile dos apps

 

Número de smartphones no Brasil supera o número de PCs (desktops). Dados são apontados no 26º Relatório Anual de Tecnologia da Informação. Fonte: FGV – Fundação Getulio Vargas na revista Exame

 


O perfil do público WEB

Seria tendencioso traçarmos um ‘perfil público’ dos usuários web analisando o quesito “browser versus nativa app“. Longe disso, pois na verdade temos um público diversificado em relação ao uso de ambas as tecnologias.

Porém, com relação a traços de comportamento, podemos elencar e apontar alguns fatores que podem ajudar a compreender melhor este universo de usuários, com relação a seus hábitos e consumos ligados ao consumo e compra on-line* (Dados apontados na 33ª edição do relatório WebShoppers, elaborado pela E-bit/Buscapé)

O valor médio das compras realizadas on-line no Brasil em 2015 registrou R$ 388,00. Isso significa que produtos com esse valor de venda são os preferidos deste público, denotando certo grau de confiabilidade na plataforma, ao mesmo tempo que não se trata de um valor alto demais;

O valor médio das compras, projetadas para 2016 gira em torno de R$ 419,00, valor acima do registrado em 2015, que demonstra fôlego e confiabilidade dos usuários no uso da plataforma, numa crescente;

Temos, também, um público mais consumista, visto que o tempo de uso (ou ciclo de vida) de um smarphone/tablet gira em torno de 2 anos, 2 anos e meio a 3 anos (para os mais acomodados), enquanto um Computador Pessoal/PC (desktop) pode ter um tempo de uso ligeiramente maior (girando em torno de 5 a 7 anos). Assim, notadamente, os usuários de mobile têm uma tendência natural em trocar seu equipamento e investir em novas tecnologias, estando isso no seu hábito, gerando um traço de consumismo permanente.

Considerações Finais

Com esse perfil de usuários, somada à visão das empresas, que mais e mais vêm investindo sistematicamente na plataforma mobile, podemos arriscar que no atual momento a programação nativa – apps, vem ganhando mercado, apesar de grande parte dos negócios (e por que não, lazer e entretenimento, que gera audiência e o “potencial público consumidor”?) ainda gira via web (browser).

Portanto, temos um cenário de crescimento da plataforma mobile numa constante, com esta plataforma gerando faturamento cada vez maior para as empresas, e dentro da plataforma, o crescimento dos apps. Com relação a escolha de qual tecnologia apostar, acredito que ambas devam ter sua atenção, porém um cuidado especial com o app, pois este passa pelo atual momento como “a que mais cresce e dá retorno para as empresas”, além de ser a preferida dos usuários. Um dilema que no mundo dos negócios sempre acontece: a escolha de qual dos caminhos seguir. De repente, neste caso, ambos os caminhos sejam os corretos a se escolher. Saber investir nas duas propostas, e alavancar seu negócio, colocando-o em contato direto com os gostos, e costumes, do atual público consumidor.

Fontes de pesquisa e leitura complementar para o leitor:

Gizmodo Brasil

Tecnologia IG

Portal Brasil

G1 Tecnologia

 

 

 

 

Professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

 

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logo foursquare

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