Micro influenciador: alcançando o público-alvo

micro influenciador

Engana-se quem pensa que os verdadeiros influenciadores são as celebridades, como youtubers, blogueiros, atores, modelos e cantores. Aqueles que realmente fazem a diferença para o marketing digital como influência junto ao público de interesse, são os micro influenciadores. Mas, quem são essas pessoas, se não são celebridades? E, por que elas interferem tanto o pensamento dos consumidores?

Esse artigo do Meio & Mensagem traz uma luz sobre os macros, os micros e os everyday influenciadores. Clique e leia. Mas, neste texto, nós abordaremos os chamados pequenos influenciadores, usuários que estão alcançando com mais eficácia os públicos para as marcas e serviços.

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Quem são os micro influenciadores

Os micro influenciadores são pessoas que possuem um blog, ou até mesmo um canal do youtube, participam ativamente das mídias sociais e possuem um círculo pessoal restrito, de confiança e que lê, ou assiste, as ideias e críticas que elas escrevem com assiduidade.

Essas pessoas, os micro influenciadores, estão cada vez mais sendo procurados pelas marcas. Isso porque essas pessoas são consideradas de maior confiança e com maior autenticidade. Quando uma marca pede a um micro influenciador para divulgar seu produto, essas qualidades também são levadas para o produto, fazendo com que ele seja mais autêntico e a propaganda seja considera mais verdadeira.

É de senso comum que as celebridades, se receberem bem para fazer isso, irão fazer propaganda de qualquer tipo de produto, mesmo que ele não seja o melhor. Já os micro influenciadores digitais não, eles são pessoas que passam maior credibilidade quando falam sobre determinado produto e, com isso, atingem um maior resultado orgânico.

A busca por influenciadores no marketing digital

O crescimento da procura do marketing pelos micro influenciadores vai além da influência que eles causam nos consumidores, é também uma questão financeiras. Estudos apontam que com o mesmo dinheiro que a marca usaria para pagar uma celebridade de sucesso que tenha milhões de seguidores, ela pode pagar até 100 micro influenciadores.

A questão aqui é que essas 100 pessoas serão especialistas no assunto que possuem seguidores fiéis e que confiam no que essas pessoas dizem. Então, a qualidade do marketing aumenta e os consumidores, por consequência, irão comprar mais do seu produto.

Ao invés de distribuir a propaganda através de um só ponto que possui muitos acessos, os micro influenciadores distribuem através de vários pequenos pontos de forma mais pessoal e certeira.

E ai, gostou do assunto?  Deixe seu comentário aqui. E se você quer ser influenciador digital, a gente sugere uma lida neste post do blog do Armindo.

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Messenger code para páginas

messenger code 2

Por Marcia Ceschini*

messenger code 2

 

 

 

 

 

 

 

 

O Facebook divulgou na semana passada várias novidades em seu evento de comemoração aos 8 anos da plataforma social, o F8. Entre elas está a nova função do Messenger para páginas, o Messenger Code.

Segundo dados do próprio Facebook, 900 milhões de pessoas usam o Messenger todos os meses para se conectar a outras ou fazer contato com empresas ou marcas que seguem ou são de seu interesse. Ainda segundo eles, todo mês são trocadas mais de um bilhão de mensagens entre pessoas e empresas pelo Messenger.

Por quê usar o messenger code?

São vários os motivos pelos quais o usuário, ou curtidor, entra em contato com a empresa. Seja para tirar uma dúvida, fazer uma reclamação, um pedido, ou até mesmo conversar. Sim, tem usuário que tenta conversar com a página.

São formas de comunicação que mantém a interação e o vínculo do consumidor com a empresa, servindo em muitos casos de um SAC 2.0 e em até alguns casos, reaproximando um consumidor de uma marca ou produto.

Com o messenger code, os usuários poderão identificar mais rapidamente qual é sua empresa, caso haja uma homônima, pois além de códigos únicos, no meio do símbolo estará sua marca. Mais um motivo para que sempre haja a padronização visual de seu logo, cores em todas as aplicações on e off-line.

Como usar o messenger code?

O messenger code está disponível para páginas que já possuem a URL personalizada (URLs únicos, como facebook.com/JaspersMarket) e nome de usuário, ambos são iguais. E segundo o Facebook, essa novidade aparecerá em breve para todas as páginas, você poderá achá-la abaixo do título da Página e com o símbolo @ antes dele.

Você poderá usar o seu messenger code em artes off-line que criar para sua empresa: cartazes na loja/estabelecimento, folhetos, cardápios, anúncios, cartão ou até mesmo como avatar na sua página e onde mais houver oportunidade de comunicação.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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Quase tudo novo

Logo Ceschini

Logo Ceschini

 

 

 

 

 

 

Hoje, no dia do beijo, retomo oficialmente com a Consultoria. O novo logo foi criado pela agência Chilli360, que procurou trabalhar as minhas características pessoais e profissionais no processo de criação.

Além do site, a Consultoria contará inicialmente com a página no Facebook e o Twitter.  O novo site está sendo elaborado para ser responsivo e dentro do que há de melhor na experiência de navegação do usuário.

O conteúdo do blog será semanal, inicialmente, mas com postagens sempre que se fizerem necessárias, ou que surgirem notícias que valham a pena compartilhar com vocês.

Agradeço a todos que sempre me acompanharam pelas redes e que continuarão me acompanhando a partir dessa volta.

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Rede social + Responsabilidade social: o que sua empresa pode fazer?

Por Gustavo Ferreira*

O Facebook, a rede social de Mark Zuckerberg, aproveitou seu sucesso inegável e a relevância que possui para 901.000.000 de pessoas em todo o mundo e anunciou recentemente que agora os usuários poderão avisar na rede que são doadores de órgãos.

Os interessados só precisam adicionar a informação na linha do tempo e, caso a pessoa não seja registrada em nenhuma instituição, o Facebook a ajuda a encontrar onde ela pode se cadastrar efetivamente como doador.

A Donate Life California, nos Estados Unidos, sozinha, registrou aumento de 800% na quantidade de doadores em apenas um dia.

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Não mate os formadores de opinião. RP digital não é publicidade de graça

Por Marcelo Vitorino *

Boa parte das agências não têm interesse em trabalhar com mídia digital porque não querem ter trabalho. É muito mais cômodo anunciar em mídia tradicional.

Na televisão, por exemplo, temos duas subdivisões, canais abertos e pagos. Dentro dos abertos temos poucas opções, no máximo 15 (contando os que dão traço de audiência), mesmo assim os formatos estão bem definidos, temos: merchandising, patrocínio, comerciais de 15 ou 30 segundos. Moleza.

Nas revistas, a Editora Abril abocanha a maior fatia do investimento publicitário, mas o esquema de anúncios não muda muito, meia página, página inteira (202x266mm) e outros formatos já definidos. Nos jornais são colunas. As rádios também seguem padrões como spots de 15, 30 ou 45 segundos, oferecimentos e testemunhais.

A verdade é que os grandes veículos têm defesas muito bem produzidas com uma expectativa de impactos feita através de uma conta que só eles entendem, mas existe um padrão. O impacto de fato não pode ser mensurado.

Já na internet o “sonho” dos milhões de impactos que as defesas prometem não pode ser utilizado como argumento para as agências, tudo é mensurado, os impactos são precisos, há cliques, número de menções, links, compartilhamento de conteúdo, abertura de mensagens e outras formas de saber se as ações estão dando resultados.
Não espere números astronômicos, o ambiente web deve ser utilizado para construção de presença digital e não somente como um veículo de propaganda.

Lembre-se, a internet não é lugar para atingir o maior número de pessoas residentes no Brasil, isso se chama televisão! A web é um caminho para atingir segmentos da população a um custo acessível, não tendo nela um caminho mágico da propaganda gratuita. O ideal é que sua campanha seja planejada de forma a atuar como complemento à mídia tradicional.

Outra grande ponto na forma com que os profissionais trabalham, quando você anuncia em um jornal, programa de televisão ou revista todo o conteúdo que vai junto com o seu produto foi produzido por alguém. Esse alguém é remunerado pela corporação que você escolheu para receber o seu dinheiro.

Pois bem, em mídia social o sistema muda, não há um mantenedor do produtor de conteúdo que não ele mesmo, portanto, simplesmente implorar para ele divulgar o seu produto pode até resolver o seu problema, mas fará com que ele não consiga pagar suas contas.

Muitas empresas tratam blogueiros como se fossem jornalistas ávidos para publicar um release, o que não é regra. Pode ser que o seu conteúdo tenha a ver com o público do canal que você escolheu e que o dono do blog decida publicar algo espontaneamente, mas não aja como se isso fosse obrigação dele.

Não se pode confundir RP digital com publicidade on-line. Ações de RP visam construir uma proximidade com um formador de opinião, o que não está ligado diretamente a utilizar os canais desse formador como meio para veicular propaganda.

O que muita gente não percebe é o efeito nocivo que a política do favor e da permuta tem no meio digital. O blogueiro mais relevante, aquele que se especializa em produzir conteúdo para muitos leitores, acaba adquirindo conhecimentos que chamam a atenção do mercado corporativo e acaba tendo que fazer uma escolha, continuar com seu veículo independente, mas sem conseguir se sustentar ou alugar o seu tempo para uma empresa.

Vários blogs muito bons deixaram de ser atualizados por conta disso. Quem perde? O anunciante e o leitor! O primeiro ao invés de ter uma relação e criar vínculos com determinado público, opta pelo predadorismo e acaba depois não tendo opções porque matou o produtor de conteúdo de fome.

Com tanto problema ainda vale a pena investir em mídia social? Claro que sim! Vai dizer que não sabe que a audiência da mídia tradicional teve certa migração para o meio online? Se você quiser pinçar certos públicos, terá que estar nos lugares onde eles estão, falando seu idioma e sabendo que também haverá muito a aprender.

O próximo artigo será sobre como abordar os formadores de forma coerente. Até mais!

* O post  de Marcelo Vitorino foi reproduzido com autorização do autor.  O texto original foi escrito no blog Simples Assim.
Facebook do blog: http://facebook.com/blogsimplesassim

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