Novidades no Twitter

Por Marcia Ceschini*

O meu post de hoje é sobre o Twitter. Mas, preciso falar primeiramente sobre a imagem que vemos em destaque quando você clica no sobre do Twitter, e vê a imagem com os dizeres: conte suas histórias aqui. Isso não é fantástico?  O Twitter entendeu que nessa plataforma, as pessoas contam histórias, criam narrativas, e tudo em 140 caracteres. Quer dizer, por enquanto, nas DMS, os limites já sofreram mudanças.

Assim como outras redes sociais, o Twitter não para de se mexer e trazer inovações. Já foram divulgados os filtros, edições e cortes em fotos, aumento no espaço das mensagens diretas, entre outras.

Stickers do Twitter

A mais recente notícia nos informa que no começo desta semana, o Twitter divulgou o lançamento de stickers, imagens, acessórios e emojis que poderão ser adicionadas no seu tweet. Você poderá usar um ou vários stickers em uma só imagem, mudando seus tamanhos, direção e posição, além de poder colar em qualquer lugar na sua foto.

Além de ter a função divertida, ela é interativa, pois a imagem poderá ser encontrada em uma busca nova e visual. Basta clicar em um sticker, que será direcionado a uma linha de tempo, que mostrará como outras pessoas usaram o mesmo escolhido por  você, em todas as partes do mundo. Já pensando no lado do monitoramento, em breve poderemos ter um padrão inicial de quais as imagens mais usadas, como já acontece com o Snapchat.

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Em breve

Esses recursos estão bem próximos dos que já são oferecidos em duas redes sociais em alta nesse momento, o Instagram (filtros) e o Snapchat, conforme acabamos de mencionar. Os stickers estarão disponíveis em breve para quem usa o Twitter nos sistemas iOs ou Android.

Na central de Ajuda do Twitter você pode conferir várias dicas.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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A evolução tecnológica e seu impacto no trabalho moderno

A transformação digital, e o rearranjo do status quo das profissões

Que a evolução da tecnologia, dos seus recursos e equipamentos vem alterando sistematicamente a forma e a metodologia de trabalho de diversos profissionais no mercado atual, isso não há sombra de dúvidas.

No entanto, nestes últimos anos, mais especificamente neste novo século, temos aqueles profissionais que buscam, dentro das empresas, incessantemente, a aceleração do “digital”, vislumbrando um cenário a médio e longo prazo em que isso deverá ser um enorme diferencial para as empresas atuantes no mercado.

Por isso mesmo, quanto antes houver a adaptação da empresa para este cenário projetado, ponto a favor na captação de clientes e maior participação de mercado para a empresa.

O motor das mudanças de todo o processo vem sendo puxado pelos clientes. Com os novos recursos e tecnologias, o contato com os clientes mudaram. Hoje, com base na tecnologia, os clientes estão mais bem informados, e requerem isso da empresa na qual são clientes. Mais e mais o comportamento dos clientes, sua satisfação na avaliação do serviço prestado e, sem dúvida alguma, a maneira que são atendidos pelas empresas, vem impactando na forma, metodologia de trabalho e atuação das empresas e de seus funcionários, junto a seus clientes.

A grande questão que as empresas atuais têm que responder é: como aprimorar o atendimento ao cliente?

Para que este aprimoramento ocorra a contento, e tenhamos o cliente, na outra ponta, “satisfeito” pelo atendimento prestado pela empresa, é crucial que os responsáveis na empresa compreendam os impactos das mudanças que o digital gerou na gestão de negócios e de atendimento ao cliente, mensurando o serviço prestado, e aplicando os recursos e tecnologias adequados, tanto do ponto de vista do cliente, quanto da empresa.

Resumidamente, com a visão de Marc Gasperino, Líder da Pratica Digital da Korn Ferry, notadamente pelo avanço do digital, temos como impulsionadores da mudança de posicionamento das empresas, com foco nos seus clientes:

  • Propósito da marca;
  • Personalização impulsionada por dados;
  • Consistência nos pontos de contato;
  • Obsessão pelo cliente;
  • Foco na liderança;
  • Colaboração;
  • Experimentação;
  • Fazer conexões com dados;
  • Dar protagonismo ao papel de Analytics e Insights;
  • Senso critico de negócio e Storytelling

professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

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Planejamento e inovação

Por Marcia Ceschini*

O propósito dever ser de longo prazo, já, o posicionamento, mutável! – Felipe Campos

 

ninguém liga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na semana passada, eu estive no Planner Summit 2016, um evento de dois dias sobre planejamento, organizado pela Media  Education. A palavra da vez, tanto na oficina, realizada para mais de 50 pessoas na sexta-feira, quanto nas palestras do sábado, foi inovação.  Inovação em seu sentido de tudo que engloba: desde pensar uma ideia sobre novos olhares, juntar olhares para pensar um problema, criar novas soluções com ajuda da tecnologia, adaptar e criar, criar, criar.

As principais dicas foram: crie cenários, pesquise, junte conhecimentos diferentes, ouse e finalmente, planeje. O que vimos nas apresentações foi que o planejamento está assumindo seu protagonismo. Mas, é preciso frisar que esse novo planejamento não tem um modelo definido. Ele está sendo construído. A marca precisa ouvir o consumidor para criar e contar histórias que seu público esteja interessado em ouvir, pois a forma com que o consumidor reage a uma mensagem, mudou.  Outra dica que a maioria bateu na tecla, o planejamento deve envolver a todos, não ter hierarquia e nem limitação da criatividade na hora de criar. Uma coisa é o planejamento, outra a execução. Dentro dessa nova formação citaram que já existem agências trabalhando em rede. O que seria essa rede? O que muitos já praticam, a Ceschini Consultoria, faz isso… é a junção de talentos e conhecimentos para um projeto em conjunto ou cada um ter seu projeto, mesmo estando em um espaço colaborativo.

A pesquisa e os dados devem ser bases integrantes de um bom planejamento. Todas os outros insights nos mostraram que planejamento deve ser uma função única. Não dá para ser planejamento e atuar em outra área, pois o tempo que deve ser dedicado ao estudo, pesquisa e definições de estratégias e ações deve ser integral. Afinal, não adianta ter muitos dados se você não sabe como usá-los. E conforme confirmou a palestra do pessoal da Oreo, com um bom budget, N possibilidades e a missão de inovar sempre, o sucesso é certo.

Para finalizar, um conceito que chamou muita atenção e que até então eu não tinha ouvido falar é o Agile. Uma forma de planejar que exige rapidez e flexibilidade, além da interação entre os envolvidos (clientes, patrocinadores e a equipe da agência) e com o olho na gestão dos custos, dos riscos e da qualidade final do trabalho.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

 

 

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A era digital – As transformações que o digital trouxe para os negócios e o trabalho

Por Professor Luiz Angelo*

era digital

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os computadores vieram para ficar. A internet veio para ficar. O mobile veio para ficar.

Em diferentes épocas da evolução tecnológica, as afirmações acima foram feitas por aqueles que acreditavam em grandes mudanças no ambiente corporativo, mercado de trabalho e no dia a dia de negócios das empresas.

O tempo veio provar que cada qual, no seu tempo, previu corretamente. Os computadores revolucionaram a forma de armazenamento e processamento de dados, aumentando a eficácia na análise de grande quantidade de dados e informações, e diminuindo consideravelmente o tempo gasto na manipulação dessas informações.

A Internet revolucionou e agilizou o processo de comunicação e a troca de dados e informações em escala global. E nem vamos discutir os aspectos relacionados a vida pessoal e doméstica das pessoas (outra grande revolução).

“Estamos mudando a vida das pessoas e precisamos trabalhar para que elas sejam inseridas num mundo melhor”. Laercio Cosentino, CEO da Totvs

E o mobile, que vem sistematicamente invadindo o ambiente corporativo, alterando a forma de negociação, de realização de trabalhos e atividades ligadas ao comercial, mudando significativamente não só a comunicação, mas a relação profissional entre empregados e empregadores, entre funcionários e clientes.

Temos, assim, eficiência, eficácia e interatividade numa forma jamais imaginada anteriormente, graças a essa evolução tecnológica, desde a criação dos grandes computadores no século passado.

E não paramos. Ainda temos outros fatores a destacar neste processo evolutivo das tecnologias e seu impacto no mundo dos negócios.

Podemos, resumidamente, agrupar as plataformas de negócio do mundo “tecnológico” em três:

  • 1ª fase – Computadores/PCs: a primeira fase, que foi a responsável pela migração de negociações com uso de equipamentos para processamento e armazenamento de grandes quantidades de informação, propiciando negociações com um volume de informações bem superior ao geralmente estabelecido. Em evolução contínua, com relação a rapidez no processamento e capacidade de armazenamento, além da questão de segurança da informação, também em processo constante de evolução e melhoramento;
  • computador antigo

 

 

 

 

 

  • 2ª fase – Cloud (nuvem): com a criação da Internet  aliada aos equipamentos da etapa anterior, o mundo dos negócios teve a comunicação alçada em escala mundial, abrindo um novo patamar de negociações, e esta integração propiciou o embasamento e fundamento para o avanço de grandes corporações, em escala global e contínua, processo que ainda hoje  está em franca expansão;

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  • 3ª fase – Big Data: em fase inicial, descreve o imenso volume de dados estruturados e não estruturados que impactam os negócios no dia a dia. Mas, o importante não é a quantidade de dados, e sim o que as empresas fazem com os dados que realmente importam. Com este grande volume de dados disponíveis no ambiente web, algumas corporações já fazem, e outras farão, uso destes dados para gerenciar e tomar  decisões, que impactarão enormemente na gestão empresarial.

info grafico big data

 

 

 

 

 

Com o surgimento da tecnologia, e o início da Era Digital, temos a palavra transformação como imperativa no ambiente de negócios. A Era Digital, iniciada na 1ª fase e impulsionada na 2ª fase, chega agora a esta 3ª fase que vem, certamente, para mudar para sempre o mundo dos negócios.

“(…) a transformação digital permanecerá parte de todos os negócios, independente do segmento da empresa”. Laercio Cosentino, CEO da Totvs


As empresas que não se atentarem a esta revolução que o digital está causando, e em muito ainda irá causar, estão fadadas a perder mercado e até mesmo saírem da cena de negócios (ao menos, dos grandes negócios). Mas no que se deve investir?

era digital

 

A palavra de ordem para investimentos no mundo corporativo, e de negócios, hoje, são nas novas ferramentas de tecnologia como mobilidade (agilidade nos negócios e comunicação), negociações on-line na nuvem (cloud), redes sociais (interatividade com clientes e colaboradores) e o big data: investir em softwares para estruturação e catalogação de grandes massas de dados. Estes dados serão processados e com base na geração de informações, impactarão a análise e a tomada de decisões.

Mas não basta ter esta visão de investir nestas tecnologias,  será necessário também investir em infraestrutura, tanto física (equipamentos, computadores, conexão a Internet) quanto lógica (softwares, programas e ferramentas diversas). Somente com esse suporte haverá a possibilidade de aporte dessa grande massa de dados e recursos disponíveis, o surgimento de empresas especializadas que atuam neste segmento, e caberá às corporações saber distinguir as melhores prestadoras deste tipo de serviço.

“Quem quer se tornar digital tem de pensar em diversos pontos, como social, internet das coisas, mobilidade e ai vemos um meio de engajamento, para que as pessoas queiram compartilhar seus dados conosco e para interação (…)”. Luis Liguori, CTO da IBM.

O que as empresas ganham hoje com o investimento nestas tecnologias? Crescimento na participação de mercado, agilidade na oferta de seus produtos e serviços, e a melhor oferta para atrair clientes e demais interessados.

“(…) aqueles que entenderem o que é a transformação digital e mudarem junto, conseguirão melhores resultados ”. Luciano Corsini, CEO da Hewlett-Packard

Com um olhar no futuro, planejamento contínuo a médio e longo prazo, cabe aos gestores de hoje compreenderem o mercado atual ao qual as empresas estão em processo de inserção. O modelo tradicional de gestão está sofrendo mudanças impactantes, e quem não se adaptar, perderá mercado.

“Antigamente 95% era o índice maximo de satisfação que uma empresa conseguia atingir, porque os outros 5% era algo extremamente caro. Hoje isso não cabe mais. Se a companhia tiver 100 mil clientes e deixar 5 mil frustrados, o impacto em mídias, por exemplo, pode destruir a empresa”. Cyro Dehe, presidente da Oracle

Leituras complementares:

Revista IT Fórum, edição dezembro de 2015
Blog do Professor Luiz Angelo

 

professor Luiz Angelo* Professor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-Informática
Escola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

 

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Messenger code para páginas

Por Marcia Ceschini*

messenger code 2

 

 

 

 

 

 

 

 

O Facebook divulgou na semana passada várias novidades em seu evento de comemoração aos 8 anos da plataforma social, o F8. Entre elas está a nova função do Messenger para páginas, o Messenger Code.

Segundo dados do próprio Facebook, 900 milhões de pessoas usam o Messenger todos os meses para se conectar a outras ou fazer contato com empresas ou marcas que seguem ou são de seu interesse. Ainda segundo eles, todo mês são trocadas mais de um bilhão de mensagens entre pessoas e empresas pelo Messenger.

Por quê usar o messenger code?

São vários os motivos pelos quais o usuário, ou curtidor, entra em contato com a empresa. Seja para tirar uma dúvida, fazer uma reclamação, um pedido, ou até mesmo conversar. Sim, tem usuário que tenta conversar com a página.

São formas de comunicação que mantém a interação e o vínculo do consumidor com a empresa, servindo em muitos casos de um SAC 2.0 e em até alguns casos, reaproximando um consumidor de uma marca ou produto.

Com o messenger code, os usuários poderão identificar mais rapidamente qual é sua empresa, caso haja uma homônima, pois além de códigos únicos, no meio do símbolo estará sua marca. Mais um motivo para que sempre haja a padronização visual de seu logo, cores em todas as aplicações on e off-line.

Como usar o messenger code?

O messenger code está disponível para páginas que já possuem a URL personalizada (URLs únicos, como facebook.com/JaspersMarket) e nome de usuário, ambos são iguais. E segundo o Facebook, essa novidade aparecerá em breve para todas as páginas, você poderá achá-la abaixo do título da Página e com o símbolo @ antes dele.

Você poderá usar o seu messenger code em artes off-line que criar para sua empresa: cartazes na loja/estabelecimento, folhetos, cardápios, anúncios, cartão ou até mesmo como avatar na sua página e onde mais houver oportunidade de comunicação.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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