Atendimento via Chatbot

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Na última semana falamos o quanto que o atendimento ágil e rápido pode ajudar o seu negócio, criar um contato maior com o cliente e ajudar a amenizar crises. Mas, hoje, abordaremos uma nova forma de se relacionar com os clientes que tem dado o que falar nos últimos tempos: os bots e os chatbots.

Esse tal de bots, nada mais é do que abreviação da palavra “robots” (tradução: robôs). Esses robôs, diferentemente dos filmes de ficção científica, são apenas softwares de respostas automáticas, programados para realizarem algumas tarefas pré-estabelecidas. No caso dos chatbots, eles são programados para responderem e criarem uma conversa via chat com pessoas reais.

A palavra chatbot foi inventada por Michael Mauldin, em 1994, para descrever estes robôs de conversação na Twelfth National Conference on Artificial Intelligence.

Como os chatbots funcionam?

 O programador cria um personagem com capacidade de reconhecer e interpretar a linguagem escrita. Através de métodos de Inteligência Artificial, o robô consegue manter um texto coeso, coerente e com concordância que seguirá respostas lógicas e apropriadas para cada tipo de questão.

Usar chatbots para conversar com o cliente não é algo tão recente assim. Operadoras de celular e outras empresas de telemarketing já utilizavam desse serviço por meio de SMS ou até mesmo via telefone. Quem nunca recebeu uma mensagem que dizia “envie SIM para aderir a esse plano” ou algo do tipo? Esse era o começo dos chatbots, hoje, é possível usar o chatbots em aplicativos de comunicação instantânea, como o Whatsapp e o Messenger do Facebook.

É possível criar um bot até com gênero: masculino, feminino ou neutro.. alguns desenvolvedores não mais se conformam com um gênero e desafiando uma tradição de assistentes digitais do sexo feminino que alguns dizem exibir personalidades submissas.Automatize seu negócio.

 

Criando o chatbot

Para criar um chatbot, é preciso criar uma programação robusta, baseada em um sistema de informação, que deve atender “as necessidades de backend de um chatbot … semelhantes às de um aplicativo para celular. Ele precisa autenticar e enviar credenciais, bancos de dados de consulta, armazenar informações e interagir com sistemas que vão desde a folha de pagamento e automação de vendas a comércio eletrônico.“, segundo artigo do IDG NOW.

Quem gerencia páginas no Facebook e outras mídias sociais sabe que grande parte das interações acabam sendo repetitivas, com clientes que fazem sempre as mesmas perguntas. Com o atendimento via chatbot você cria um script com respostas para seus clientes e automatiza o seu negócio.

 Além disso, é possível fazer com que um mesmo bot consiga atender virtualmente, instigar a curiosidade do cliente, criar salas de chat com mais de um cliente, tirar dúvidas e, até mesmo, fechar uma venda. É um passo a mais na interação, e na chamada automação de marketing.

Saiba mais sobre chatbot nesse compilado de assuntos no grupo BotsBrasil no Medium.

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Agilidade para lidar com os clientes nas redes sociais

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Organizar sua conta ou página empresarial em uma rede social exige um tratamento especial, assim como planejar com cuidado a a linha editorial (todo o conteúdo e as imagens) que serão publicados. Além disso, a execução de tudo e os seus desdobramentos também exigem uma dedicação maior. Sobretudo sobre o tempo. Quanto mais agilidade e velocidade a empresa tem em respostas, melhor será seu relacionamento com o cliente.

Só postar não adianta

Hoje, com grande parte da população com acesso constante às redes sociais, é preciso que sua página, ou conta, seja sempre monitorada. Só postar uma vez por dia, ou na periodicidade que determinou, não basta. É preciso criar diálogos.

Para uma página funcionar, trazer futuros compradores para a empresa e alcançar seus objetivos, deve gerar engajamento com os clientes. E, além disso, a empresa, ou o gestor de conteúdo, deve ser capaz de gerenciar esse engajamento e criar relacionamentos. com os consumidores que buscam falar com a marca. Os clientes não escolhem dia para comentarem ou fazerem alguma pergunta em sua página, muito menos pensam em horário comercial. Um cliente pode fazer uma crítica pública ao seu negócio em um final de semana e, pela falta de monitoramento e agilidade nas respostas, iniciar uma crise.

É preciso ter agilidade

O Facebook já nos ajuda com a taxa de resposta que sinaliza nas páginas,  o tempo médio  de resposta. A taxa de resposta é calculada pela porcentagem das respostas dadas às mensagens recebidas no dia e em tempo médio. Se sua página não tem esse recurso ativado, clique aqui. Também é possível mostrar o período em que as pessoas que respondem pela página estão ausentes.

Mas, caso tenha acontecido uma crise, não se desespere. O importante é ter agilidade na hora de lidar com crises nas redes sociais e um conjunto de táticas para combatê-las:

  • Quando uma crise começa é preciso ter um time preparado para lidar com o problema.
  • Comece com uma resposta rápida, mesmo que ela não seja a melhor resposta pensada, é mais importante responder rapidamente. Pois, caso contrário, alguém vai responder por você e isso pode aumentar ainda mais a crise.
  • Comece reconhecendo que ocorreu um erro, peça desculpas e diga que está trabalhando no caso.
  • Após esse posicionamento, comece a pensar em como resolvê-la. É importante que se mantenha na mesma rede social que ela começou e continue com agilidade para ter o menor tempo de resposta.
  • Investigue a origem do problema e quem é o reclamante
  • Finalize não só com uma resposta, mas com uma solução, e de preferência, com um brinde ao reclamante,
  • Aprenda com o erro.

Cada vez mais os clientes buscam se identificar com uma marca, por outro lado, exigem uma resposta rápida para seus problemas. Isso começou com perguntas no Google e se estendeu às redes sociais, onde as pessoas começaram a fazer mais do perguntas e também mais críticas. E, se por um lado o engajamento nas páginas aumentou, as possibilidades de críticas, reclamações e crises, também.

Portanto, fica a dica. Ser ágil e rápido nas redes sociais traz novos clientes, melhora seu relacionamento com eles e é uma das melhores formas de criar e fortalecer relacionamentos e minimizar as crises.

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Os novos rumos da comunicação

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Não falar para o seu século é falar com surdos. Jean de La Fontaine

De todos os mercados em transformação, podemos dizer que a comunicação foi o que mais mudou. No sentido de elementos da comunicação, o comportamento do emissor e destinatário mudou a forma, mudou o conteúdo, mudou o gênero, mudou o canal, mudou o código e mudou a profissão do comunicador.

A comunicação atual

Tudo é de uma urgência e de uma rapidez sem igual. O modelo de comunicação praticado hoje em dia, é feito em um ritmo acelerado e inovador, e, se essa comunicação não for pensada e praticada por quem conhece as técnicas de comunicação e está de olho no comportamento do consumidor e usuário, tende a perder o timing em suas ações e cometer deslizes em sua comunicação de marca.

Além do aumento do uso do real time marketing – ato de se aproveitar de fatos do momento para ganhar audiência em site, blog, Twitter, Facebook e outras plataformas sociais –  e do que poderá ser notícia (newsjack) e buzz nas redes, as marcas e empresas têm utilizado muito o recurso de live e stream para transmissão ao vivo de novidades, acontecimentos ou eventos seja via Facebook, Periscope, Snapchat, e mais recentemente pelo Instagram Stories.

Outro recurso é o uso da Realidade Virtual. Um dos exemplos mais recentes é a Red Bull, marca que tem pautado pela inovação constante e lançou uma embalagem que se transforma em óculos de realidade virtual. Serão distribuídas 100 mil embalagens dessas pelo Brasil.

O marketing de experiência, é outra estratégia que já tem sido praticada há algum tempo. No momento da ação com influenciadores, mais ligado ao branded content,  você não oferece o seu produto ou marca, mas leva o consumidor a ter uma experiência diferente e única, seja com o salto da estratosfera como a Red Bull realizou, vivenciar situações inusitadas como o Escape Hotel, uma casa de jogos em São Paulo, ou ter sua pizza Domino’s entregue por drones.

O perfil do comunicador

O novo comunicador, seja ele jovem ou sênior, deve ter seu perfil aperfeiçoado para criar e executar uma comunicação única e referencial para a marca para a qual trabalha, criando um planejamento on e off-line integrado, conectado e com profundo conhecimento do comportamento do consumidor, de mídia proprietária, da mídia programática e de relacionamento com influenciadores.  Falamos recentemente sobre  isso, em um post sobre o novo planner.

Outro detalhe que o mercado está impondo para nós comunicadores, é esquecer carteira assinada. As agências estão contratando profissionais nos modelos MEI – micro produtor individual – ou PJ – pessoa jurídica – . Os custos com contratações são elevados e a opção de participação nos lucros ou uma % a mais no fixo combinado já fazem parte dessa nova forma de contratação.

Por outro lado, os contratos de prestação de serviço no B2B (business to business) tendem a ser menores, inicialmente de três a seis meses, vinculados a um planejamento com objetivos e metas e podendo ser renovado ou não.

Este é o cenário que visualizamos. E qual você enxerga? Comente aqui.

 

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

 

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A era da comunicação 3.0

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A comunicação mudou. Isso é um fato. Já estamos na era da comunicação 3.0. Mas, a mudança da comunicação é em grande parte pela chegada da tecnologia. Porém, como o Luli Radfahrer disse em uma palestra no Intercon, não foi a tecnologia que mudou as pessoas, mas sim, a adesão das pessoas à tecnologia é que propiciou essa nova era.

Em abril de 2013, eu fiz um post no meu blog que comentava como estávamos, já há 3 anos atrás, começando a nos comunicar mais por imagens, o que chamei de cavernas 2.0.  Na ocasião tinha conhecido o Gazemetrix, uma ferramenta que monitora a marca por imagem, sem a necessidade de menção dela ou do uso de hashtag. Hoje a empresa cresceu e oferece um leque de serviços, incluindo criação de comunidades, gerenciamento de campanhas, marketing viral, entre outras.

Desde então, a forma de comunicação de marca com o consumidor tem mudado muito para aquelas que acompanham a evolução do comportamento do consumidor, da comunicação digital e da comunicação 3.0.

Comunicação on demand

Já não se fala em outra coisa, comunicação on demand; principalmente com a geração millennial, do hábito de estarem mais conectados e buscarem o que desejam consumir, especialmente no Youtube para verem tudo que desejam. Em casa, meu filho que é avesso às redes sociais, usa muito o Youtube para ver as séries e assuntos que gosta.

Esses dias, enquanto eu o esperava na saída do cursinho, fiquei conversando com uma aluna do nono ano e na conversa pude confirmar isso. Ela consome muito mais vídeo no Youtube e outros canais que na TV (aberta ou fechada). Foi fácil identificar na conversa com ela, o poder dos chamados influencers. Ela usa muito Snapchat e não segue marcas, mas, famosos. A pessoa que mais a influencia é a Kéfera.

Essa geração quer ver o que deseja e ela não quer que a marca se intrometa em sua navegação ou conversação nas redes sociais. Ao mesmo tempo, existe uma previsão sombria para essa turma, é o caso desse post da Vice que comenta o que pode acontecer com os millenials. Tomara que só seja um texto sombrio e não uma previsão.

O novo público

Segundo um post do Ponto Eletrônico, um braço do Box1824 – empresa de pesquisa de tendência de consumo com jovens de 18 a 24 anos – é a hora de vender melhor e para isso é precisamos de uma “comunicação coesa, honesta e útil em vez da hiperbólica e viralizada“. Desta maneira, é preciso um olhar microscópio para o comportamento do consumidor, suas necessidades, direitos, além de conhecê-los e respeitá-los. Cada consumidor é único e tem suas motivações e particularidades.

Em 2003 eu fiz uma resenha sobre o livro “The Fall of advertising & the rise of PR”, para o site do Sindicato dos Profissionais de Relações Públicas. O livro foi escrito por Al Ries e sua filha Laura Ries. Em português o livro recebeu o título  “A queda da propaganda – da mídia paga à mídia espontânea -“. No meu texto de 2003 eu menciono que: “A tecla que o que o livro de Al Ries, insiste, é que deve haver um bom programa de Relações Públicas, desenvolvido, no mínimo, seis meses antes ao lançamento de uma marca, produto ou serviço…e que a propaganda não constrói marcas, RP sim; propaganda só as fortalece. E, que deve parar a briga pelo mercado e as duas áreas trabalharem juntas, em parceria, entendendo que são da “mesma família” Só uma observação: como comunicadora social, não sou contra a propaganda ou marketing, sou a favor da boa e clara comunicação, aquela cujo objetivo é o produto/serviço ou sua empresa.  E finalizo dizendo:  Assim como os séculos, as tecnologias e a comunicação evoluem numa rapidez anos-luz, é o momento, senhores empresários e comerciantes, de reavaliar a comunicação de sua empresa, loja ou produto junto com seus parceiros de comunicação. O fato é que a comunicação integrada, e um bom programa de Relações Públicas, nunca esteve tão em necessidade como agora, aliás, ele sempre devia estar nas estratégias empresariais, mas o foco sempre foi o produto, as vendas, e nunca o consumidor e a imagem da marca.” Isso em 2003!

 

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Posto isso, está mais que claro, como as marcas devem se comportar nas redes: ouvir seu público, entregar uma comunicação que seja relevante, agradável e que entregue algo mais que simplesmente se comportar como uma vitrine virtual. A marca quer vender, mas o consumidor quer relacionamento e diálogo. É isso que vai diferenciar sua marca e fazer com que o consumidor a escolha no momento da compra. Esse é um dos motivos que branded content está tão em alta e as marcas já começaram a trabalhar o assunto com mais eficácia, é o momento da comunicação 3.0.

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Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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Representatividade e comunicação de marca

representatividade

Segundo definições, representatividade é o ato de mostrar os interesses de um determinado grupo, classe social ou de um povo, Cn

Representatividade na comunicação

Vamos nos ater ao universo da comunicação, mais precisamente sobre como as marcas têm trabalhado, ou não, a representatividade.

Toda vez que uma marca tenta trabalhar a representatividade, seja ela de gênero ou de um grupo, nem sempre os resultados são bons, pois ao invés de usarem alguém do universo que desejam alcançar, colocam uma pessoa que não é do grupo no lugar e isso não gera representatividade ou empatia pela marca, faz efeito contrário.

São muitos os exemplos mal aceitos: blackface, #somostodosparalimpicos e o mais recente, que explodiu ontem nas redes sociais, o da C&A, em que o tema “entre na mistura jeans” causou comentários negativos por conta do uso de falsos representantes, como a modelo curvy que é apresentada como plus size e a negra loira.

Repercussão da campanha C&A

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Na página da C&A desde ontem surgiram inúmeros comentários negativos. A marca, que na campanha anterior (dia dos namorados) trabalhou a questão do gênero muito bem, e mesmo assim recebeu críticas, desta vez ainda não se pronunciou. Confira um print:

 

representatividade críticas

 

Vamos focar na modelo plus size, muitas blogueiras e influenciadoras do segmento plus size mostraram-se descontentes por dois fatores: 1) a modelo não é plus size, é curvy e se identifica como curvy. Explicando: ela tem o corpo curvilíneo e usa tamanho 46, uma modelo plus size usa acima disso e 2) a loja não tem efetivamente roupas que caibam em pessoas plus size. E isso configura só discurso de marca e não realmente uma marca que deseja trabalhar com esse público.

Veja as chamadas de dois grandes blogs que trabalham diariamente o segmento plus size, dicas, novidades e as dificuldades de ser “fora do padrão estético” da propaganda, a Ju Romano e o Grande Mulheres, da Paula Bastos:

 

representatividade ju romano

 

 

 

 

 

 

 

representatividade paula bastos

 

 

 

 

 

 

 

Confira essa frase em uma parte do post da Paula Bastos: “…a marca precisa entender que não estamos mais brincando de representatividade: hoje ela é real e ela pode acontecer de maneira fidedigna. A peça publicitária criada pela a AlmapBBDO só comprova o que eu, agora falando como profissional de comunicação e não como blogueira, tenho falado exaustivamente: não se aborda uma causa sem realmente entender o que ela significa..” E da Ju Romano: “O que você vai ver é uma campanha de marketing mal feita, que tenta se apropriar da nossa luta para reafirmar ainda mais os padrões estéticos de magreza…”

 

Quando há representatividade

Resumo, enquanto não houver realmente um trabalho de entedimento real do que é representatividade, as chances de acertos serão poucas, mas elas existem. É o caso por exemplo da Primadonna, fabricante de sutiã que colocou os funcionários homens para trabalhar um dia inteiro com peitos falsos para entenderem melhor o público para o qual trabalham.

Ou das empresas de brinquedos, como a Mattel que criou a Barbie em vários biotipos de mulheres ou do menininho negro que se sentiu representado com o boneco do Finn da Disney, o personagem negro de Star Wars. Ainda sobre o boneco Finn, o  Geledés – Instituto da Mulher Negra, fez um post comentando que o boneco encalhou nas lojas.

 

barbie diversidade representatividade

 

Não podemos esquecer também da Dove que há anos trabalha o conceito beleza real e a Avon que tem trabalhado muito bem a questão da diversidade e com isso tem trazido representantes reais de algumas minorias e dado presença e voz a elas.

Não há discurso fake que se sustente. A comunicação de marca deve ser parte real e integrada do seu branded content e do seu posicionamento de marca, nem que para isso, sua marca precise se reposicionar, caso queira falar realmente com os novos consumidores. Mas, um alerta: as agências por trás da comunicação das grandes marcas, sabem disso e sabem dos conceitos, e então por quê o deslize? Vamos pensar melhor sobre isso?!

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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