A importância das ferramentas no Marketing Digital

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O aumento crescente das empresas no mundo digital trouxe também um mercado maior e mais competitivo nesse meio on-line, como é o caso do surgimento das ferramentas essenciais para o marketing digital.

Investir em Marketing Digital não serve apenas para crescer dentro desse mundo, mas para se destacar e conquistar seu público-alvo da maneira mais assertiva, rentável e inteligente. Pois, nele existem diversas ferramentas que tornarão seu tempo mais produtivo e seus resultados mais certeiros. Neste post falaremos sobre algumas ferramentas do Marketing Digital.

Agendamento: planeje e ganhe tempo

O tempo sempre foi precioso, e nos dias de hoje está cada vez mais valioso. Otimizar o seu tempo de trabalho faz toda a diferença na hora dos resultados. Pré-agendar o conteúdo nas Redes Sociais permite uma enorme ganho de tempo para sua empresa.

Ter um planejamento na hora de criar seus posts é essencial. Analisando as páginas é possível saber em qual horário há maior presença dos seus leitores em suas Redes Sociais. Sabendo disso, é possível planejar qual o melhor horário para publicar suas mensagens. O problema é que nem sempre estaremos online e com um conteúdo quentíssimo na mão nesse horário. E é aí que entra o agendamento de conteúdo. O criador de conteúdo planeja o conteúdo com antecedência e agenda para o melhor dia e o melhor horário, garantindo assim, maior engajamento e maiores resultados.

Algumas ferramentas de agendamento em Marketing Digital: Hootsuite, Instamizer, Livebuzz, MLabs, Statigram.

 

Monitoramento: a melhor forma de conhecer o seu público-alvo bem de pertinho

Com o monitoramento em Redes Sociais é possível analisar em tempo real a interatividade do público com a marca e saber se o seu conteúdo está gerando a reação desejada. Ferramentas de monitoramento analisam todas as menções à marca dentro das redes sociais, o aumento ou diminuição dos seguidores e, também, te ajudam acompanhar suas postagens.

Além de tudo isso, o monitoramento ajuda a prevenir as possíveis crises. Se elas forem inevitáveis, monitorar suas redes ajudará a amenizá-las. Lembre-se, quanto mais rápido uma crise for descoberta, mais fácil será de contê-la. A agilidade para lidar com os clientes nas Redes Sociais é sempre importante!

Algumas ferramentas  trazem várias funções juntas com o monitoramento. É o caso da Hootsuite, Sprout Social, SumAll e Social Bakers.

 

Automação: prepare seus Leads para a compra

A ferramenta de automação de Marketing Digital é importantíssima, pois ela ajuda a gerar de maneira inteligente e produtiva os Leads, para assim as vendas ocorrerem de fato. Nela é possível não apenas preparar seus Leads para a compra, como também ajuda você a se relacionar com eles e entendê-los.

Dentro de uma ferramenta de automação é possível reunir diferentes recursos, como Email Marketing, Landing Pages e outros. Reunir tudo isso em apenas um software torna o serviço de Marketing Digital muito mais inteligente e automatizado, melhorando em muito a produtividade da sua empresa e gerando mais resultados finais. Pois, como já foi dito antes, o tempo é valioso.

Algumas ferramentas de automação de marketing: Hubspot, RDStation, Marketo e LeadLovers.

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O Dia da Mulher e o posicionamento das marcas

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Se há uma data que, cada vez mais, vem ganhando força e evidência, é o Dia da Mulher. Não que antes fosse irrelevante. Tsc tsc… A data existe há mais de um século e sempre foi “celebrada” – pra não dizer “explorada”.

Bem, mas já que eu disse, então vou concluir meu pensamento: por muitos anos o “8 de março” vem sendo usado e abusado comercialmente. Parabenizam a mulher simplesmente por “ser mulher”, vendendo flores, perfumes, bombons e afins, mas negligenciando o real – e importantíssimo – motivo da data.

Acontece que agora, com as redes sociais, o público ganhou voz e o Dia da Mulher vem tomando a forma e o conteúdo que remetem, enfim, ao seu real significado: o empoderamento e a luta por igualdade e direitos. E isso, meu caro, vai muito além das comemorações.

 

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Cuidado com o que posta

Não há como negar: hoje o feminismo é a temática mais evidente do Dia da Mulher. Nas redes sociais é, sem sombra de dúvida, o tópico mais citado.

E é nesse cenário que postar uma mensagem repleta de clichês, com enfoque em estereótipos femininos, esquecendo-se de um debate tão atual como o empoderamento, é dar um tiro no pé, como ocorreu ano passado com a homenagem feita pelo Sport Clube Internacional – o Inter , e com a Prefeitura de Porto Alegre e neste ano com a Saraiva, cuja promoção está sendo bombardeada na página. Usar esse tipo de comunicação ultrapassada gera polêmica e resultados negativos. Ou, na MELHOR das hipóteses, ninguém vai te notar.

#FicaDica As mensagens precisam ser pertinentes e criativas. Exaltar, enaltecer e apoiar a luta das mulheres. Fazer parte desta corrente. Formar opinião. Nesse sentido, algumas campanhas realizadas no Dia da Mulher do ano passado foram excepcionais e merecem ser destacadas.

É preciso ser coerente

Não adianta erguer a bandeira de uma causa que sua empresa não apóia na prática. É necessário ser honesto e agir segundo o que, de fato, defende. Lembre-se: nada que não seja verdadeiro se mantém (e o tiro pode sair pela culatra). Além disso, é ineficiente e até mesmo antiético promover sua marca usando movimentos sociais que não acredita. Então, em alguns casos, é melhor ficar calado.

Empodere a sua campanha

Indiscutível afirmar que investir em publicidade é importante. Mas hoje é preciso ir além e apostar em um trabalho profissional nas redes sociais, que conduza com estratégia, que tenha conhecimento do comportamento do consumidor e discernimento do seu posicionamento no mundo digital.

É bom frisar que precisa ser um profissional e não o “sobrinho esperto” de um amigo. Você pode até ter suas contas nas redes sociais alimentadas, mas terá bons resultados?

Portanto, todo cuidado é pouco. Lembre-se que as redes sociais são acompanhadas continuamente pelos usuários. Casos e crises é o que não faltam, ainda mais quando envolve a defesa de causas sociais importantes como o Dia da Mulher, o feminismo e sua mobilização.

 

Luciana Cecchini – Consultora de Comunicação, com experiência em comunicação corporativa e atendimento a cliente.

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WhatsApp: mudanças e inovações constantes

whatsApp

Desde seu surgimento em 2009, o WhatsApp vem fazendo sucesso entre os usuários de smartphones em todo o mundo, ainda mais aqui no Brasil. O WhatsApp, ou apenas Whats (ou zap) como é chamado pelos brasileiros, é um aplicativo que utiliza a internet para troca de mensagens, fotos, arquivos, vídeos e chamadas de voz e vídeo. Além de tudo isso, agora o aplicativo terá, assim como o Snapchat e o Instagram, sua própria Storie, mas será chamado de Status.

 

whatsApp stories

 

WhatsApp?

Com tantas funcionalidades, o WhatsApp de hoje está bem longe de se parecer com seu modelo inicial criado por Jan Koum e Brian Acton. Em sua primeira versão, os criadores imaginaram que o aplicativo seria usado para os usuários indicarem em seu status se estão ou não disponíveis. Assim, a pessoa entraria no app e verificaria seu status antes de te ligar, para então não te atrapalhar, caso você estivesse de férias ou ocupado com outra coisa. Por isso o nome WhatsApp, um trocadilho com a expressão inglesa “What’s up?” que significa algo como “E aí?” ou “O que está acontecendo?” ou ainda “O que se passa?”.

Venda do WhatsApp

Em 2014, o Whats foi comprado por Mark Zuckerberg, criador do Facebook, e, aí que começaram as maiores mudanças. Além de ser um aplicativo de smartphone com suas funções iniciais, em 2015 passou também a poder ser utilizado em navegadores de internet, no site do WhatsApp Web. Nos navegadores Google Chrome, Mozilla Firefox e Opera.

Aos poucos o WhatsApp foi mudando e trazendo diversas atualizações e novidades, como a mais nova delas: ter uma Storie em seu status.

As funcionalidades

Veja algumas dessas atualizações ao longo da história do aplicativo:

  • As impactantes chamadas de voz e de vídeo;
  • Grupos com vários usuários;
  • Ícones ou símbolos como imagem para ilustrar o grupo;
  • Opção para ‘reportar spam’;
  • Notificações de chamada perdida;
  • Diversas mudanças nos emojis, antes amarelos passaram a possuir opção de etnia diferente, além de novas imagens e categorias.
  • Possibilidade de escrever textos em negrito, itálico e riscado.
  • Possibilidade de publicar gif
  • Possibilidade de copiar a mensagem e responder para o
  • A maior novidade, anunciada em 20/02, por ocasião dos 8 anos do aplicativo é a mudança da função “status” por uma nova que permite compartilhar imagens e vídeos que desaparecem após 24 horas.
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Agilidade para lidar com os clientes nas redes sociais

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Organizar sua conta ou página empresarial em uma rede social exige um tratamento especial, assim como planejar com cuidado a a linha editorial (todo o conteúdo e as imagens) que serão publicados. Além disso, a execução de tudo e os seus desdobramentos também exigem uma dedicação maior. Sobretudo sobre o tempo. Quanto mais agilidade e velocidade a empresa tem em respostas, melhor será seu relacionamento com o cliente.

Só postar não adianta

Hoje, com grande parte da população com acesso constante às redes sociais, é preciso que sua página, ou conta, seja sempre monitorada. Só postar uma vez por dia, ou na periodicidade que determinou, não basta. É preciso criar diálogos.

Para uma página funcionar, trazer futuros compradores para a empresa e alcançar seus objetivos, deve gerar engajamento com os clientes. E, além disso, a empresa, ou o gestor de conteúdo, deve ser capaz de gerenciar esse engajamento e criar relacionamentos. com os consumidores que buscam falar com a marca. Os clientes não escolhem dia para comentarem ou fazerem alguma pergunta em sua página, muito menos pensam em horário comercial. Um cliente pode fazer uma crítica pública ao seu negócio em um final de semana e, pela falta de monitoramento e agilidade nas respostas, iniciar uma crise.

É preciso ter agilidade

O Facebook já nos ajuda com a taxa de resposta que sinaliza nas páginas,  o tempo médio  de resposta. A taxa de resposta é calculada pela porcentagem das respostas dadas às mensagens recebidas no dia e em tempo médio. Se sua página não tem esse recurso ativado, clique aqui. Também é possível mostrar o período em que as pessoas que respondem pela página estão ausentes.

Mas, caso tenha acontecido uma crise, não se desespere. O importante é ter agilidade na hora de lidar com crises nas redes sociais e um conjunto de táticas para combatê-las:

  • Quando uma crise começa é preciso ter um time preparado para lidar com o problema.
  • Comece com uma resposta rápida, mesmo que ela não seja a melhor resposta pensada, é mais importante responder rapidamente. Pois, caso contrário, alguém vai responder por você e isso pode aumentar ainda mais a crise.
  • Comece reconhecendo que ocorreu um erro, peça desculpas e diga que está trabalhando no caso.
  • Após esse posicionamento, comece a pensar em como resolvê-la. É importante que se mantenha na mesma rede social que ela começou e continue com agilidade para ter o menor tempo de resposta.
  • Investigue a origem do problema e quem é o reclamante
  • Finalize não só com uma resposta, mas com uma solução, e de preferência, com um brinde ao reclamante,
  • Aprenda com o erro.

Cada vez mais os clientes buscam se identificar com uma marca, por outro lado, exigem uma resposta rápida para seus problemas. Isso começou com perguntas no Google e se estendeu às redes sociais, onde as pessoas começaram a fazer mais do perguntas e também mais críticas. E, se por um lado o engajamento nas páginas aumentou, as possibilidades de críticas, reclamações e crises, também.

Portanto, fica a dica. Ser ágil e rápido nas redes sociais traz novos clientes, melhora seu relacionamento com eles e é uma das melhores formas de criar e fortalecer relacionamentos e minimizar as crises.

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A era da comunicação 3.0

comunicação

A comunicação mudou. Isso é um fato. Já estamos na era da comunicação 3.0. Mas, a mudança da comunicação é em grande parte pela chegada da tecnologia. Porém, como o Luli Radfahrer disse em uma palestra no Intercon, não foi a tecnologia que mudou as pessoas, mas sim, a adesão das pessoas à tecnologia é que propiciou essa nova era.

Em abril de 2013, eu fiz um post no meu blog que comentava como estávamos, já há 3 anos atrás, começando a nos comunicar mais por imagens, o que chamei de cavernas 2.0.  Na ocasião tinha conhecido o Gazemetrix, uma ferramenta que monitora a marca por imagem, sem a necessidade de menção dela ou do uso de hashtag. Hoje a empresa cresceu e oferece um leque de serviços, incluindo criação de comunidades, gerenciamento de campanhas, marketing viral, entre outras.

Desde então, a forma de comunicação de marca com o consumidor tem mudado muito para aquelas que acompanham a evolução do comportamento do consumidor, da comunicação digital e da comunicação 3.0.

Comunicação on demand

Já não se fala em outra coisa, comunicação on demand; principalmente com a geração millennial, do hábito de estarem mais conectados e buscarem o que desejam consumir, especialmente no Youtube para verem tudo que desejam. Em casa, meu filho que é avesso às redes sociais, usa muito o Youtube para ver as séries e assuntos que gosta.

Esses dias, enquanto eu o esperava na saída do cursinho, fiquei conversando com uma aluna do nono ano e na conversa pude confirmar isso. Ela consome muito mais vídeo no Youtube e outros canais que na TV (aberta ou fechada). Foi fácil identificar na conversa com ela, o poder dos chamados influencers. Ela usa muito Snapchat e não segue marcas, mas, famosos. A pessoa que mais a influencia é a Kéfera.

Essa geração quer ver o que deseja e ela não quer que a marca se intrometa em sua navegação ou conversação nas redes sociais. Ao mesmo tempo, existe uma previsão sombria para essa turma, é o caso desse post da Vice que comenta o que pode acontecer com os millenials. Tomara que só seja um texto sombrio e não uma previsão.

O novo público

Segundo um post do Ponto Eletrônico, um braço do Box1824 – empresa de pesquisa de tendência de consumo com jovens de 18 a 24 anos – é a hora de vender melhor e para isso é precisamos de uma “comunicação coesa, honesta e útil em vez da hiperbólica e viralizada“. Desta maneira, é preciso um olhar microscópio para o comportamento do consumidor, suas necessidades, direitos, além de conhecê-los e respeitá-los. Cada consumidor é único e tem suas motivações e particularidades.

Em 2003 eu fiz uma resenha sobre o livro “The Fall of advertising & the rise of PR”, para o site do Sindicato dos Profissionais de Relações Públicas. O livro foi escrito por Al Ries e sua filha Laura Ries. Em português o livro recebeu o título  “A queda da propaganda – da mídia paga à mídia espontânea -“. No meu texto de 2003 eu menciono que: “A tecla que o que o livro de Al Ries, insiste, é que deve haver um bom programa de Relações Públicas, desenvolvido, no mínimo, seis meses antes ao lançamento de uma marca, produto ou serviço…e que a propaganda não constrói marcas, RP sim; propaganda só as fortalece. E, que deve parar a briga pelo mercado e as duas áreas trabalharem juntas, em parceria, entendendo que são da “mesma família” Só uma observação: como comunicadora social, não sou contra a propaganda ou marketing, sou a favor da boa e clara comunicação, aquela cujo objetivo é o produto/serviço ou sua empresa.  E finalizo dizendo:  Assim como os séculos, as tecnologias e a comunicação evoluem numa rapidez anos-luz, é o momento, senhores empresários e comerciantes, de reavaliar a comunicação de sua empresa, loja ou produto junto com seus parceiros de comunicação. O fato é que a comunicação integrada, e um bom programa de Relações Públicas, nunca esteve tão em necessidade como agora, aliás, ele sempre devia estar nas estratégias empresariais, mas o foco sempre foi o produto, as vendas, e nunca o consumidor e a imagem da marca.” Isso em 2003!

 

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Posto isso, está mais que claro, como as marcas devem se comportar nas redes: ouvir seu público, entregar uma comunicação que seja relevante, agradável e que entregue algo mais que simplesmente se comportar como uma vitrine virtual. A marca quer vender, mas o consumidor quer relacionamento e diálogo. É isso que vai diferenciar sua marca e fazer com que o consumidor a escolha no momento da compra. Esse é um dos motivos que branded content está tão em alta e as marcas já começaram a trabalhar o assunto com mais eficácia, é o momento da comunicação 3.0.

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Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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