Lowsumerism: sua empresa está preparada?


Por Marcia Ceschini*

Lowsumerism, talvez você até já tenha visto, usado, praticado, mas não está associando o nome à nova forma de consumo. O termo surgiu em 2012, criado pela empresa Box1824, uma empresa de pesquisa de tendências em consumo, comportamento e inovação,  que em 2011 lançou um estudo sobre nosso país e seu futuro a partir da perspectiva dos jovens de 18 a 24 anos. Com as informações colhidas nas mais de 3 mil entrevistas, realizadas com jovens de 146 cidades do país e o objetivo de detectar seus desejos de mudança e antecipar os movimentos de um novo Brasil, a Box1824 traçou o que seria tendência em consumo, o consumo consciente, algo que só cresce desde então.

O lowsumerism tem como princípio resgatar o lado social da compra e fazer com que as pessoas repensem o consumo e passem a consumir com equilíbrio, focando na sua necessidade e com isso, consuma menos. Um adendo, ao criar minha aula de antropologia do consumo para o EAD da Uniseb em 2013, eu cheguei a mencionar que por observação das relações de consumo, parecia que estávamos iniciando uma volta ao começo das práticas de consumo, naquele momento já estavam em alta o consumo de produtos orgânicos e a busca por produções não tão em massa, mas eu confesso que ainda não tinha lido e visto essa pesquisa da Box1824.

Economia Colaborativa

A partir de então, principalmente 2014 e 2015, vimos surgir vários tipos de economia colaborativa, traduzidos em serviços, aplicativos e outras formas de novas economias. O Tem Açúcar é um deles, esse aplicativo permite que você encontre um vizinho que também usa o aplicativo e lhe empreste algo que esteja precisando. O Airbnb, o Couchsurfing, a Uber Pool, já nos mostraram as inovações em compartilhamento. Mas já imaginou usar o Dinneer e reunir pessoas em jantares exclusivos, produzir uma cerveja de maneira colaborativa ou até mesmo participar de um lugar que é possível compartilhar roupa, comida e conhecimento como o  House of Work? E por ai vai, a lista não vai parar tão cedo.  Nesse link tem mais 30 dicas de modelos de economia colaborativa, inclusive para educação.

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A transformação da economia colaborativa

Ainda sobre o assunto economia colaborativa e lowsumerism, eu tomei conhecimento nesse artigo de Vanessa Pugliese, sobre  a rede Mesh, um site que funciona como um catálogo digital e oferece produtos e serviços de todo tipo, que possam ser vendidos no modelo de negócios baseado em compartilhamento.  E ainda segundo a autora, esse comportamento vai de encontro ao que Seth Godin menciona em seu livro Tribes, em que uma empresa só poderá prosperar na economia compartilhada se suportar as comunidades formadas pelos próprios consumidores.

O consumismo não vai sumir, mas como tudo, está se transformando. É preciso que você comece a olhar o seu negócio e ver como ele vai se encaixar nessa nova forma de economia. Para saber mais sobre essa nova forma, acompanhe o ponto eletrônico da Box1824.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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Planejamento e inovação

Por Marcia Ceschini*

O propósito dever ser de longo prazo, já, o posicionamento, mutável! – Felipe Campos

 

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Na semana passada, eu estive no Planner Summit 2016, um evento de dois dias sobre planejamento, organizado pela Media  Education. A palavra da vez, tanto na oficina, realizada para mais de 50 pessoas na sexta-feira, quanto nas palestras do sábado, foi inovação.  Inovação em seu sentido de tudo que engloba: desde pensar uma ideia sobre novos olhares, juntar olhares para pensar um problema, criar novas soluções com ajuda da tecnologia, adaptar e criar, criar, criar.

As principais dicas foram: crie cenários, pesquise, junte conhecimentos diferentes, ouse e finalmente, planeje. O que vimos nas apresentações foi que o planejamento está assumindo seu protagonismo. Mas, é preciso frisar que esse novo planejamento não tem um modelo definido. Ele está sendo construído. A marca precisa ouvir o consumidor para criar e contar histórias que seu público esteja interessado em ouvir, pois a forma com que o consumidor reage a uma mensagem, mudou.  Outra dica que a maioria bateu na tecla, o planejamento deve envolver a todos, não ter hierarquia e nem limitação da criatividade na hora de criar. Uma coisa é o planejamento, outra a execução. Dentro dessa nova formação citaram que já existem agências trabalhando em rede. O que seria essa rede? O que muitos já praticam, a Ceschini Consultoria, faz isso… é a junção de talentos e conhecimentos para um projeto em conjunto ou cada um ter seu projeto, mesmo estando em um espaço colaborativo.

A pesquisa e os dados devem ser bases integrantes de um bom planejamento. Todas os outros insights nos mostraram que planejamento deve ser uma função única. Não dá para ser planejamento e atuar em outra área, pois o tempo que deve ser dedicado ao estudo, pesquisa e definições de estratégias e ações deve ser integral. Afinal, não adianta ter muitos dados se você não sabe como usá-los. E conforme confirmou a palestra do pessoal da Oreo, com um bom budget, N possibilidades e a missão de inovar sempre, o sucesso é certo.

Para finalizar, um conceito que chamou muita atenção e que até então eu não tinha ouvido falar é o Agile. Uma forma de planejar que exige rapidez e flexibilidade, além da interação entre os envolvidos (clientes, patrocinadores e a equipe da agência) e com o olho na gestão dos custos, dos riscos e da qualidade final do trabalho.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

 

 

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O novo consumidor e as novas formas de atrai-lo

Por Marcia Ceschini*

o consumidor

O consumidor mudou. Isso é um fato. E mudou já há alguns anos. Com a chegada da internet, e o surgimento das redes sociais, o consumidor cavou seu espaço e percebeu seu poder de ser ouvido pelas marcas. Tornou-se o prosumer, que Alvin Tofler já previa em 1980, com seu livro A terceira onda

As empresas que passaram a ouvir esse consumidor, a monitorarem seus passos e a entenderem o seu comportamento, utilizando hoje em dia de dados cada vez mais sólidos, conseguem definir e criar estratégias que as aproximem cada vez mais desse novo consumidor e ganhem a corrida na sua mente.

O que as marcas têm feito?

Com isso, as marcas têm feito estudos e investido em ações que usam não só estratégias de marketing, mas o conhecimento do neuromarketing e utilizam técnicas de vendas que fazem com o que o cérebro atue diretamente na decisão da compra.
Tudo se comunica, a imagem de um post, o texto, a ação mobile ou uma hashtag. Tudo deve ser pensado e planejado para que o consumidor entenda rapidamente a mensagem da sua marca e a escolha na gôndola de um supermercado, por exemplo.

Só que veja bem, não se trata mais de manipulá-lo, mas de atender realmente as suas necessidades e desejos. Segundo dados da pesquisa realizada pela Turn e a a Forbes Insights, demonstraram que as campanhas de marketing que se baseiam em dados têm até três vezes mais chances de fidelizar os consumidores.

Hoje em dia a maioria das plataformas sociais que as marcas usam para se aproximar do seu consumidor e fazer sua comunicação de marca possuem dados analíticos. E se não houver, há uma série de ferramentas que podem ajudá-la a extrair esses dados. Mas,  só ter os dados é o suficiente? É claro que não. As empresas precisam de talentos que saibam ler esses dados, decodificá-los e em conjunto com a equipe de marketing, de gestão de produtos, do comercial os usem de forma inteligente como o testes A/B da Netflix, ou o uso do Twitter para fazer check-in pela Gol, os vídeos da Target no Facebook, ações da Ikea no Instagram, entre outras.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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Messenger code para páginas

Por Marcia Ceschini*

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O Facebook divulgou na semana passada várias novidades em seu evento de comemoração aos 8 anos da plataforma social, o F8. Entre elas está a nova função do Messenger para páginas, o Messenger Code.

Segundo dados do próprio Facebook, 900 milhões de pessoas usam o Messenger todos os meses para se conectar a outras ou fazer contato com empresas ou marcas que seguem ou são de seu interesse. Ainda segundo eles, todo mês são trocadas mais de um bilhão de mensagens entre pessoas e empresas pelo Messenger.

Por quê usar o messenger code?

São vários os motivos pelos quais o usuário, ou curtidor, entra em contato com a empresa. Seja para tirar uma dúvida, fazer uma reclamação, um pedido, ou até mesmo conversar. Sim, tem usuário que tenta conversar com a página.

São formas de comunicação que mantém a interação e o vínculo do consumidor com a empresa, servindo em muitos casos de um SAC 2.0 e em até alguns casos, reaproximando um consumidor de uma marca ou produto.

Com o messenger code, os usuários poderão identificar mais rapidamente qual é sua empresa, caso haja uma homônima, pois além de códigos únicos, no meio do símbolo estará sua marca. Mais um motivo para que sempre haja a padronização visual de seu logo, cores em todas as aplicações on e off-line.

Como usar o messenger code?

O messenger code está disponível para páginas que já possuem a URL personalizada (URLs únicos, como facebook.com/JaspersMarket) e nome de usuário, ambos são iguais. E segundo o Facebook, essa novidade aparecerá em breve para todas as páginas, você poderá achá-la abaixo do título da Página e com o símbolo @ antes dele.

Você poderá usar o seu messenger code em artes off-line que criar para sua empresa: cartazes na loja/estabelecimento, folhetos, cardápios, anúncios, cartão ou até mesmo como avatar na sua página e onde mais houver oportunidade de comunicação.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

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Quase tudo novo

Logo Ceschini

 

 

 

 

 

 

Hoje, no dia do beijo, retomo oficialmente com a Consultoria. O novo logo foi criado pela agência Chilli360, que procurou trabalhar as minhas características pessoais e profissionais no processo de criação.

Além do site, a Consultoria contará inicialmente com a página no Facebook e o Twitter.  O novo site está sendo elaborado para ser responsivo e dentro do que há de melhor na experiência de navegação do usuário.

O conteúdo do blog será semanal, inicialmente, mas com postagens sempre que se fizerem necessárias, ou que surgirem notícias que valham a pena compartilhar com vocês.

Agradeço a todos que sempre me acompanharam pelas redes e que continuarão me acompanhando a partir dessa volta.

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