Shopping Santa Úrsula de Ribeirão Preto lança blog em bate papo com Marcia Ceschini e blogueiras

Shopping Santa Úrsula entra de vez nas redes sociais e para oficializar o lançamento do seu blog corporativo, realiza evento que irá discutir a importância dos blogs na comunicação.

O Ponto de Encontro Digital acontece no dia 1º de setembro, quinta-feira, às 19h30, no Pátio Central do centro de compras. O evento é gratuito e reunirá as editoras do blog oficial do Shopping Santa Úrsula, a estilista e consultora de moda Karlla Girotto, a publicitária Georgia Junqueira e a blogueira badalada Carola Duarte em um bate-papo descontraído com a nossa consultora Marcia Ceschini.

A proposta do blog  do Santa Úrsula, é fazer uma comunicação intimista e descontraída, com informações variadas sobre o que acontece de atual nas áreas de moda, cultura, artes, entretenimento, produtos, tecnologia, bem-estar, beleza etc. O blog reunirá uma equipe descolada de colaboradores, que vão mostrar o que acontece de mais bacana em Ribeirão e no mundo, cada umcom repertório próprio e abordagem diferente.

Serviço:

Evento: Ponto de Encontro Digital – A importância dos blogs na comunicação
Dia: 1º de setembro, quinta-feira
Horário
: 19h30
Local:
Pátio Central do Shopping Santa Úrsula
Gratuito

Via Assessoria de Imprensa Conceito Comunicação | 16. 3515-0301  / 8126-0815

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Campus Party abre seu site para a CPBR5!

Depois de muuuuuuuito esperar foi aberto ontem o site da Campus Party 2012. A quinta edição do evento que começará dia 6 de fevereiro começa a ser comemorada e esperada com mais fervor a partir de agora. A #CPBr5 tem em suas costas a responsabilidade de tentar ultrapassar o público da Campus México, pois nesta terceira edição (18-24 de julho) reuniu, durante sete dias, 7.192 campuseiros, o número mais alto dentre todos as demais edições do evento na Espanha, Colômbia e Brasil. Pra nós foram abertas 7000 vagas embora fossem esperado mais, uma vez que pela mudança de local de onde será realizada no próximo ano, caberiam muito mais pessoas.

Pra quem não entendeu ainda o que estou falando, a Campus Party é o maior evento de inovação, criatividade e entretenimento digital do mundo. A troca de experiência é a base do encontro. Os frequentadores são amantes e curiosos do mundo tecnológico que vão atrás de conhecimento. Durante uma semana estudantes, profissionais e apaixonados por tecnologia, novas mídias e afins se encontram falar, ouvir e trocar ideias sobre tecnologia. No Brasil a primeira edição realizada foi em 2008. Foi a primeira vez que a Campus Party saiu da Espanha. Em 2012 teremos pela primeira vez a participação dos Estados Unidos, numa edição no Vale do Silício, claro!

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Não mate os formadores de opinião. RP digital não é publicidade de graça

Por Marcelo Vitorino *

Boa parte das agências não têm interesse em trabalhar com mídia digital porque não querem ter trabalho. É muito mais cômodo anunciar em mídia tradicional.

Na televisão, por exemplo, temos duas subdivisões, canais abertos e pagos. Dentro dos abertos temos poucas opções, no máximo 15 (contando os que dão traço de audiência), mesmo assim os formatos estão bem definidos, temos: merchandising, patrocínio, comerciais de 15 ou 30 segundos. Moleza.

Nas revistas, a Editora Abril abocanha a maior fatia do investimento publicitário, mas o esquema de anúncios não muda muito, meia página, página inteira (202x266mm) e outros formatos já definidos. Nos jornais são colunas. As rádios também seguem padrões como spots de 15, 30 ou 45 segundos, oferecimentos e testemunhais.

A verdade é que os grandes veículos têm defesas muito bem produzidas com uma expectativa de impactos feita através de uma conta que só eles entendem, mas existe um padrão. O impacto de fato não pode ser mensurado.

Já na internet o “sonho” dos milhões de impactos que as defesas prometem não pode ser utilizado como argumento para as agências, tudo é mensurado, os impactos são precisos, há cliques, número de menções, links, compartilhamento de conteúdo, abertura de mensagens e outras formas de saber se as ações estão dando resultados.
Não espere números astronômicos, o ambiente web deve ser utilizado para construção de presença digital e não somente como um veículo de propaganda.

Lembre-se, a internet não é lugar para atingir o maior número de pessoas residentes no Brasil, isso se chama televisão! A web é um caminho para atingir segmentos da população a um custo acessível, não tendo nela um caminho mágico da propaganda gratuita. O ideal é que sua campanha seja planejada de forma a atuar como complemento à mídia tradicional.

Outra grande ponto na forma com que os profissionais trabalham, quando você anuncia em um jornal, programa de televisão ou revista todo o conteúdo que vai junto com o seu produto foi produzido por alguém. Esse alguém é remunerado pela corporação que você escolheu para receber o seu dinheiro.

Pois bem, em mídia social o sistema muda, não há um mantenedor do produtor de conteúdo que não ele mesmo, portanto, simplesmente implorar para ele divulgar o seu produto pode até resolver o seu problema, mas fará com que ele não consiga pagar suas contas.

Muitas empresas tratam blogueiros como se fossem jornalistas ávidos para publicar um release, o que não é regra. Pode ser que o seu conteúdo tenha a ver com o público do canal que você escolheu e que o dono do blog decida publicar algo espontaneamente, mas não aja como se isso fosse obrigação dele.

Não se pode confundir RP digital com publicidade on-line. Ações de RP visam construir uma proximidade com um formador de opinião, o que não está ligado diretamente a utilizar os canais desse formador como meio para veicular propaganda.

O que muita gente não percebe é o efeito nocivo que a política do favor e da permuta tem no meio digital. O blogueiro mais relevante, aquele que se especializa em produzir conteúdo para muitos leitores, acaba adquirindo conhecimentos que chamam a atenção do mercado corporativo e acaba tendo que fazer uma escolha, continuar com seu veículo independente, mas sem conseguir se sustentar ou alugar o seu tempo para uma empresa.

Vários blogs muito bons deixaram de ser atualizados por conta disso. Quem perde? O anunciante e o leitor! O primeiro ao invés de ter uma relação e criar vínculos com determinado público, opta pelo predadorismo e acaba depois não tendo opções porque matou o produtor de conteúdo de fome.

Com tanto problema ainda vale a pena investir em mídia social? Claro que sim! Vai dizer que não sabe que a audiência da mídia tradicional teve certa migração para o meio online? Se você quiser pinçar certos públicos, terá que estar nos lugares onde eles estão, falando seu idioma e sabendo que também haverá muito a aprender.

O próximo artigo será sobre como abordar os formadores de forma coerente. Até mais!

* O post  de Marcelo Vitorino foi reproduzido com autorização do autor.  O texto original foi escrito no blog Simples Assim.
Facebook do blog: http://facebook.com/blogsimplesassim

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Trabalho X Mídias Sociais

Que as redes sociais são mania nacional, isso ninguém (ou quase ninguém) tem dúvidas. Desde crianças, que nem bem saíram da chupeta, (ou até mesmo nem nasceram!) já tem conta no Twitter, Facebook, etc. e isso não é privilégio dos novos, mesmo pessoas que já pularam muitos carnavais adoram as novas mídias.

Pra quem tuita (e olha, como isso já virou verbo), são nos dias úteis que o Twitter tem mais publicações, dias em que todo mundo está trabalhando (inclusive eu…rs)!  No final de semana é comum ler na timeline um tweet (ou tuite, pra quem preferir) com os dizeres: “Nossa, como isso aqui está parado!!!”  E é verdade, tuitar é uma ação do dia-a-dia, faz parte da rotina de milhões de pessoas em todo mundo, é como tomar o café-da-manhã! E é também um vício…hehe

A verdade, porém, é que existem muitas empresas que não permitem que os seus funcionários usem o Twitter ou outras redes – eles querem te lembrar que o trabalho é trabalho. Mas tudo vai do bom senso de cada um (é um requisito muito bem vindo em todo lugar), há hora para tudo (já dizia a minha avó): imagine um médico parando uma operação para dar check-in no hospital porque ele vai virar mayor da venue, ou ainda, um policial no meio de uma perseguição tuitar um “fica, vai ter cela”!

O que precisa ser pensado é: até que ponto realmente vale para as empresas proibirem seus colaboradores de atualizarem as redes sociais (uma vez que é fácil burlar a maioria das restrições de rede)? Talvez, se limites forem impostos, estabelecerem regras (claras e de conhecimento de todos) seja a melhor opção.  A somatória das redes sociais com o trabalho (se você não trabalha diretamente com elas) de maneira correta pode ser benéfica! Muitas vezes um simples tweet ou uma ver uma foto de um dia feliz no Facebook podem descontrair um pouco e trazer novos ares para a mente, mais energia e voltar ao trabalho com aquela ideia inovadora! Talvez a solução de um problema, um texto que não sai ou um cálculo que dá errado, num passe de mágica se resolve com a tão esperada solução.

As empresas devem estar prontas para trabalhar com essas novas formas de comunicação social, uma vez que somos todos apaixonados por elas e precisamos trabalhar, e as empresas querem produção e agilidade, é importante propor discussão sobre o uso das redes de forma que todos saiam satisfeitos e acordem formas de uso que não prejudiquem o desempenho, nem sejam cerceadoras à toa.

Redes sociais é o novo cafezinho! Não acham? =) Comentem suas experiências!

Victor Vicentini, Administrador de Empresas; atuante e estudioso em mídias sociais, viciado em fazer check-in na venue do trabalho no Foursquare.

http://twitter.com/#!/vicentinivictor

victor.vicentini@gmail.com

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Observador Político – uma rede social proposta por FHC

Está para ser lançada agora em junho uma nova rede social – “Observador Político”. Como o nome já diz, a ideia é ter uma rede social para discutir temas atuais (incluindo política, é claro!). O idealizador do projeto é o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso e segundo seu assessor, Xico Graziano, ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, o lançamento do “Observador Político” está marcado para o dia 18 de junho, dia em que FHC completa 80 anos. A comunidade será uma mistura de Facebook com Huffington Post, o jornal eletrônico americano.

“O objetivo é oferecer uma plataforma para a discussão de temas atuais, partindo do ponto de que essa discussão é feita pouco pelos partidos políticos. Ela será aberta, transparente e apartidária, como em qualquer rede social. É um convite para que as pessoas criem páginas, discutam e se tornem observadores”, explica Graziano “A ideia é aproximar temas atuais, como a discussão sobre a democracia e a questão das drogas, da juventude, promovendo um debate amplo entre gerações”, “Queremos oferecer um mecanismo de participação para mobilizar a juventude”, finaliza.

Algumas personalidades brasileiras já foram convidadas, como o ex-secretário Nacional de Políticas sobre Drogas Pedro Abramovay, que integrará o conselho editorial do site, Soninha Francine (PPS) que foi convidada para fazer colunas e reportagens, ela que foi a coordenadora de internet da campanha de José Serra à presidência e junto a eles, Francisco Weffort, Gustavo Franco, Pedro Malan, Bolívar Lamounier e Paulo Renato Souza, entre outros. Fora esses convidadosa serem colunistas, centenas de blogueiros foram convidados para serem colaboradores. A intenção de FHC é reunir até 1 milhão de usuários em sua rede.

A proposta parece bem interessante, é ótimo ter uma rede como essa, ainda mais sendo brasileira, mas resta vê-la em prática para compreender melhor e ver qual será seu caminho, né? Acho que falta gente de outras áreas para que os debates sejam vistos de prismas diferentes, como gente das mídias sociais, por exemplo.

O que acharam disso? Deixe seu comentário.

Nannda Silvestre, 29, Mestre em Letras, webwriter, Ex-freelancer do núcleo Jovem da Ed. Abril, atual freela do trainee da Ambev (produção de conteúdo), adoradora de ARGs, professora e aprendiz de quase tudo.

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