Microsoft compra o Linkedin

linkedin

Por Professor Luiz Angelo*

Hoje estava observando coisas do dia a dia, e como sempre, refletindo sobre isso em grande escala. Porque são nas pequenas coisas que medimos, mensuramos e projetamos as grandes coisas.

Estava na padaria (calma, não me perdi do assunto do artigo, apenas quero traçar uma linha de raciocínio com vocês), e pude observar como o pequeno comércio, as pequenas empresas, atuam de modo diferenciado, no atendimento aos seus clientes. Fiquei devendo R$ 0,50 (cinquenta centavos) há quase uma semana nesta padaria. Vou duas vezes por semana, às vezes três, comprar produtos (pão, leite, frios, etc). Tem um estabelecimento a uma quadra e meia de casa, na mesma rua, mas me aventuro a andar 6 quarteirões para ir nesta padaria, algumas vezes na semana. Por quê? Atendimento. Sou muito bem atendido, gosto de ir nesta padaria.

Percebi que a proprietária da padaria (que faz o caixa) não estava. Uma das atendentes veio fechar o meu pedido e cobrar. Então percebi que a proprietária tinha saído do caixa, pois estava ajudando uma senhora, idosa, sua cliente também, a atravessar a rua. Isso não se faz somente por questão de tratar bem o cliente, pois ela não precisaria fazer isso para tratar bem, mas é um “bônus”, um “que a mais”, um “algo a mais para diferenciar”.

No entanto, não basta o atendimento ser bom, diferenciado, se a empresa não chegar até o cliente. O “boca a boca”, no caso, é o que faz com que esta padaria chegue ao conhecimento de mais e mais clientes. Eu mesmo, aqui falando dela (apesar de não citar o nome), estou entre os conhecidos e vizinhos do bairro que falam bem dela (da padaria).

Atendimento ao cliente

E o que isso tudo tem a ver com o titulo deste artigo? Uma introdução, para que possamos entender que as grandes corporações, as empresas .COM, do ramo de TI – Tecnologia da Informação, também usam suas armas, suas estratégias, claro que num grau muito maior, mas elas vêm, sistematicamente, investindo pesado em sua “imagem”, e na busca incessante de clientes, novos clientes, não só na fidelização dos atuais, mas conseguir novos clientes, novos usuários para seus produtos/serviços, e também fidelizá-los.

Exemplo maior de “fidelização” na internet, em se tratando de redes sociais, não existe. Twitter, Facebook, Tumblr, Youtube, Linkedin: talvez estes sejam o novo “caminho” para pavimentar uma solida e permanente base de usuários na Internet. E as empresas estão de olho nisso. Tanto que o número de fusões e compras de empresas .COM tem disparado, ano a ano, com grandes investimentos na compra de empresas e produtos, concorrentes ou não.

linkedin e as redes sociais

 

 

 

 

 

 

A retomada da Microsoft

Mas vamos nos ater ao título do artigo. Quero aqui apenas explanar minha concepção sobre a Microsoft e  seu papel em meio a isso tudo.

A Microsoft vem, a médio prazo, numa empreitada para se tornar, novamente, uma das empresas de vanguarda no universo da TI. Não que ela não seja importante, que tenha seu papel de destaque (inclusive, na história da TI como um todo, grande responsável pela popularização da Informática, no mundo todo, com seu Sistema Operacional MS-Windows), mas a Microsoft está se reinventando, e se remodelando, a medida que a área de TI evolui, e novas necessidades surgem.

A Mojang, empresa originalmente sueca, atuante no segmento de jogos eletrônicos, foi a primeira empresa adquirida pela Microsoft nessa “arrancada estratégica em busca de novos segmentos para atuação”, há pouco mais de um ano e meio (setembro de 2014), solidificando a participação da Microsoft no ramo de jogos eletrônicos. A Mojang nada mais é que a criadora do jogo Minecraft, verdadeira febre entre o público infanto-juvenil, e com muitos marmanjos também participando. Com essa tacada, a Microsoft não só garantiu o jogo eletrônico rodando na plataforma PC (da qual a própria Microsoft domina o mercado, com seu sistema operacional MS-Windows), como ainda abriu caminho na plataforma dos consoles Playstation, da qual é principal concorrente com outro console, o XBOX. Tacada de mestre!

Há menos de três anos (setembro de 2013), a Microsoft comprou a Nokia, fabricante de celulares e smartphones. Notadamente percebemos o olho da gigante de Redmond investindo no segmento de IoT (Internet of Things, ou, Internet das Coisas), um segmento em franca expansão e crescimento continuo, que mais e mais vem para, ironicamente, “substituir” a plataforma PC (a qual a Microsoft foi uma das criadoras da base de sustentação, e que reinava desde o século passado). Neste segmento, tem o Windows Phone, solução de sistema operacional para rodar na plataforma de smartphones, dominado pelo Android (do Google).

Há pouco mais de cinco anos (maio de 2011) a Microsoft dava um grande (!) passo ao comprar o Skype, programa de comunicação on-line, de telefonia via web. A intenção clara da Microsoft era aumentar sua participação e agregar a telefonia web, numa mostra de visão de planejamento tático. A comunicação via web vinha aumentando significativamente, e vemos muito isso hoje, com a participação do WhatsApp (do Facebook) neste segmento, concorrendo com a telefonia móvel e fixa (os embates das empresas de telefonia, no Brasil e no mundo, contra os softwares de comunicação via web, têm crescido continuamente e, claro, isso se prova pois há muito dinheiro em jogo).

A compra do LinkedIn

E agora, com a compra do LinkedIn, a Microsoft mostra o seu fôlego: com capital para investir, a mesma vem apostando alto em diferentes segmentos da TI, mas não pensem que são investimentos às cegas: há notadamente uma visão estratégica, adquirindo empresas e produtos que serão chaves para sustentação das empresas .COM no mercado futuro. O objetivo é claro: chegar aos usuários de internet para atrair novos clientes para seus produtos. As redes sociais virtuais são, hoje, o melhor caminho para atingir o grande público.

linkedin - estatistica e numeros

 

 

 

 

 

 

O LinkedIn retratado em números:

  • Valor de mercado na ordem de US$ 8 bilhões (NASDAQ, 2016);
  • Valor de compra do Linkedin pela Microsoft: US$ 26 bilhões (Site ValorEconomico, link no final do artigo)
  • 21,4 milhões de visitantes únicos (não foram considerados aqueles que já visitaram ou que criaram perfil e visitam a rede diariamente), segundo a Quantcast;
  • 414 milhões de usuários no mundo todo (dados do próprio Linkedin, referente a Dezembro de 2015);
  • Com um perfil de fidelidade muito grande, o engajamento dos usuários da rede Linkedin cresceu em 80% (Linkedin);
  • Mais da metade dos usuários – 57% – usam o aplicativo através de dispositivos moveis (segundo o próprio Linkedin).

“(…) a empresa passou por diversas modificações e deixou de ser apenas uma rede de empregos para tornar-se uma plataforma de networking, conteúdo e soluções”

Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor regional do LinkedIn para a America Latina

Público com foco em mercado de trabalho, uma rede crescente em numero de usuários, visitas constantes dia a dia: um terreno fértil para investir sua imagem e linha de produtos. A Microsoft vem, assim, seguindo o caminho de sua  pavimentação e participação neste novo mercado que se forma para o novo século. E outras grandes empresas da área de TI também seguem o mesmo caminho. Trata-se da nova metodologia de adaptação e sobrevivência no competitivo mercado digital mundial.

Para me adicionarem no Linkedin, acessem: http://br.linkedin.com/in/profluizangelo
Leitura complementar:
Olhar Digital
Valor Econômico
professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

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Como criar seu perfil no Hello

hello

Por Marcia Ceschini*

Esta semana fomos surpreendidos com o lançamento de algumas novidades para nosso país, o tão aguardado Pokemon Go, que apesar de ter sido anunciado ainda não chegou, e o Hello, a nova rede social do Orkut que foi liberada na segunda-feira.

Eu tinha pedido para receber o código, mas confesso que não veio nada no e-mail, fiquei sabendo e baixei pela Play Store no meu celular. O download é rápido, mas inserir a conta está meio demorado.

Podemos esperar alguma coisa dessa nova rede social? Se depender do seu criador, sim.  Primeiro que é exclusivo para uso mobile e segundo as entrevistas que ele deu para portais do Brasil, a expectativa é que ela funcione como uma rede social focada nas pessoas e nos seus interesses e não curtidas, como o Facebook.

Quer fazer a sua? Siga as dicas

  1. O aplicativo está disponível para Android e iOS, procure por Hello Network na Play Store ou no iTunes e clique em instalar.
  2. Após o download, clique em abrir e na palavra increva-se da imagem abaixo:Reprodução
  3. Digite e-mail e senha, clique em continuar.
  4. Na tela seguinte digite seu telefone. Sim, é importante pois eles enviarão um código de liberação para que continue a cadastrar sua conta.

    .Reprodução

  5. Insira o código enviado.
  6. Conforme  for clicando e depois em continuar vai aparecer para personalizar o seu perfil com imagem, sexo, cidade.

    Reprodução

  7. Detalhe, no aniversário é importante colocar a data e ano, pois só maiores de 18 anos podem criar a conta.. Rá, brasileiros mudarão isso rapidinho.

    .Reprodução

  8. A parte de localização também é importante, pois o app vai lhe mostrar conteúdo relevante de acordo com o país onde você mora e onde você está. A localização pode ser inserida manualmente ou toque em “usar minha localização atual”.
  9. Depois vem a escolha dos idiomas que as mensagens devem aparecer para você e quais você irá se comunicar.
  10. E para finalizar eles mandam um link para seu e-mail para concluir a conta. Depois é só logar pelo e-mail ou telefone.
  11. Feito isso você começa a descobrir como funciona mesmo, ou não, o Hello:

    hello usuário

 

 

 

 

 

12. Folios – É a linha do tempo, onde você publica os jots (postagens) de texto ou imagem. Eu fiz uma com imagem e texto, mas só ficou o texto  🙁  #xatiada

jot

 

 

 

 

 

 

13. Potenciais: são as pessoas sugeridas para que você possa adicionar aos amigos ou conversar. Eu tentei adicionar e não soube, sério.

14. Amigos  – tentei achar abigos alguns e não achei também. Eu tinha 10 convites para distribuir e chamei algumas pessoas por e-mail. Tem a opção por telefone também. Meus amigos ainda não aceitaram. #foreveralone 😢

15. Conexões – aqui são sugestões de novo, mas a minha opção está em branco e nem o “filtrar conexões” . Deve ser bug do começo. Deveria aparecer o “no hello for you”  relembrando o antigo “no donut for you” do finado Orkut, a rede  😉

16 – Personas – Limitado a cinco personas por dia… suspiro…você escolhe assuntos que são do seu interesse. Eu escolhi: cinema, gatos (por que será?  😜), amante de gadgets, amante de história e amantes de vinho. Clicando no ícone deles você pode explorar a persona. Fiz o teste com Amantes de Gato e publiquei uma foto com texto do Chico Ceschini. 🐱

explorando personacriando jot

 

 

 

 

 

 

 

No mais, o app está com muito bug, demorado e não estou conseguindo ter mais experiências. E você baixou o Hello? O que está achando? Me adicione por lá. 😊

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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Branded content, content marketing e inbound marketing é a mesma coisa?

branded

Por Marcia Ceschini*

Ligya

 

 

 

 

Esse comentário da Ligya Aliberti, Diretora da Multivias Comunicação, inspirou o meu post de hoje. Afinal, nem sempre tudo é claro para todos, até mesmo para nós, profissionais de comunicação.

Não, não são a mesma coisa, embora tenham muito em comum como planejamento, mensuração e foco no objetivo principal, o conteúdo. Vamos começar por inbound marketing pois é uma estratégia maior, envolvendo branded content e content marketing.

Como é a técnica do Inbound Marketing?

O termo Inbound Marketing foi criado pela HubSpot quando escreveram um livro sobre o assunto, e define o uso de muito, e bom conteúdo, como estratégias para a divulgação de informações sobre empresa nos vários meios e canais digitais.

O inbound marketing tem o objetivo de atrair mais pessoas para o seu site, principalmente através de mecanismos de buscas e as plataformas de mídias sociais.

Os princípios básicos do Inbound Marketing são: atrair, converter, fechar e encantar. Na imagem abaixo, temos algumas sugestões do que deve ser realizado em cada etapa.

Não se trata de publicar conteúdo aleatório e ostensivo, mas sim, conteúdo focado nas necessidades do seu público, que são descobertas através do acompanhamento de seus passos em busca das informações que deseja.

inbound marketing

 

 

 

 

 

 

É só sair publicando que temos content marketing?

Não. O content marketing, ou marketing de conteúdo, é a linha de comunicação definida para falar com seu público, envolve o on e o off-line. É através da linguagem estabelecida e utilizada em todos os meios de comunicação de marca, que o conteúdo vai engajar seu público e determinar que suas publicações são do interesse dele, gerar uma percepção positiva sobre sua marca e o interesse dele comprar seus produtos e serviços.

E conforme sugere a imagem abaixo, o content marketing utiliza-se de passos como: criação, publicação, uso de links, técnicas de seo, promoções, e a principal, mensuração. Sem mensurar o que sua marca divulga, e como ela alcança seu público, não tem como afirmar que seu conteúdo é bom e eficaz.

 

content

 

 

 

 

 

 

E como fazer o Branded Content?

O branded content é o conceito final que amarra essas estratégias anteriores. É através de um profundo conhecimento do público perante a marca, da definição de sua brand persona e a forma com que sua comunicação de marca será distribuída e mensurada em redes sociais, vídeos, uso de influenciadores, ações de co-brand, entre outras, que o seu conteúdo de marca terá sucesso.

O objetivo do branded content é atrair os consumidores, criar relacionamento, valores e gerar diálogos, de maneira que a percepção de sua marca se destaque perante os concorrentes.

Para fazer um bom branded content é preciso:

  • Conhecer todos os pontos positivos e negativos da marca
  • Definir o brand persona
  • Analisar todo o conteúdo disseminado e a aceitação dele nos canais digitais
  • Ouvir o que seu público tem a dizer sobre sua marca
  • Contar uma história
  • Criar interesse
  • Gerar engajamento
  • Transformá-los em clientes fiéis

branded

 

 

 

 

 

 

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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O cliente web 2.0 e sua influência no mercado

redes sociais

Como clientes antenados e conectados estão influenciando a gestão de negócios

Por Professor Luiz Angelo *

Nos dias de hoje, a interatividade constante e clientes críticos e ativos na web recaem sobre a imagem do serviço e/ou produto das empresas:

  • O que a marca se propõe a buscar? O que almeja?
  • Qual sua finalidade? Seu objetivo?
  • O serviço da empresa tem qualidade? É eficiente? Atende ao que se propõe?

Mais e mais os clientes web 2.0 de hoje fazem estas perguntas, e houver negativa a estas questões, a empresa está com grandes possibilidades de não vingar no mercado. Mas não pense que a pura propaganda “responde” a esta indagação, não: o cliente web 2.0 vai “a fundo”, pesquisa, opina, troca dados e informações, muitas vezes pelos próprios canais virtuais disponibilizados pelas empresas, de outra forma, em fóruns de discussão onde encontra outros clientes, e ali expõe sua opinião, e ouve a dos demais.

Já fez um teste? Digitou o nome de uma empresa, do seu produto ou serviço num site de buscas, e observou os resultados mais relevantes? Trata-se de um teste às cegas, mas serve de referência para avaliarmos o DNA digital da empresa no ambiente web. Faça, você pode ter ótimas surpresas, ou não.

Um fator relevante são esses pontos de referências que temos no ambiente web, e tão importante quanto, os canais de comunicação disponibilizados na Internet. Tome muito cuidado: os clientes de hoje exigem consistência, eficiência na comunicação. Criar perfis virtuais e não alimentá-los, não mantê-los atualizados, é um tiro no pé: ao invés de transmitir uma boa imagem, atesta falta de preparo, de planejamento da empresa, de sua atenção e cuidados dispensados ao cliente. O cliente de hoje não quer, EXIGE atenção e cuidados especiais.

O que podemos destacar atualmente como diferencial nas empresas 2.0, é sua atenção e foco no cliente, em alguns casos, sendo uma verdadeira “obsessão” para realizar essa ação com eficiência. Canais virtuais diversos como autoatendimento e atendimento virtual (em sites), sms personalizados, apps para smartphones, redes sociais, entre outros, estão invadindo o mercado, envolvendo uma série de recursos tecnológicos, profissionais especializados, todos com foco no atendimento e satisfação do cliente. E isso está numa crescente. Vemos como exemplo um setor que sempre investe pesado em tecnologia, que demonstra e antevê movimentos no setor de TI: os bancos.

Após a apresentação desse conjunto de fatores mais o cenário desenhado, é importante mencionar que as empresas têm objetivado, cada vez mais, dia a dia, demonstrar esses esforços, através de funcionários colaborativos, prestativos, com habilidades em comunicação (escrita e oral) e líderes, acima de tudo, para terem iniciativa e serem proativos, em nome da empresa.

Outros fatores preponderantes para firmamento da empresa no mercado

Podemos destacar, além dos fatores já apresentados, as conexões do produto/serviço com dados.

Com o crescimento do Big Data, a Internet tornou-se um grande banco de dados e informações, e por isso mesmo, deve haver conectividade entre o que a empresa produz, e o que se tem registrado na rede mundial de computadores.

Antigamente, fazíamos a propaganda do famoso boca a boca.  Hoje em dia, além desta, as empresas devem se preocupar em deixar registrada sua marca, seu produto, na Internet. Senão, pode cair no esquecimento.

Neste cenário, não podemos deixar de mencionar a importância que deve ser dada para ferramentas como o Analytics e Insights, que são ferramentas que podem trazer uma série de dados e informações que irão auxiliar as empresas na tomada de decisões assertivas, e que impactarão diretamente na participação destas empresas no mercado e trarão os resultados desejados.

Essas ferramentas trazem para a empresa o que se tem de mais precioso na Era da Informação: dados relacionados aos usuários da internet,  seus hábitos, gostos, aonde vão, o que compram (on-line ou não), enfim, informações e dados que são cruciais para o planejamento de negócios das empresas. Tudo ao passo de um clique.

 

Referências e leitura complementar:
IT Forum

Ceschini Consultoria

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SAS
professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

 

 

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Novidades no Twitter

story

Por Marcia Ceschini*

O meu post de hoje é sobre o Twitter. Mas, preciso falar primeiramente sobre a imagem que vemos em destaque quando você clica no sobre do Twitter, e vê a imagem com os dizeres: conte suas histórias aqui. Isso não é fantástico?  O Twitter entendeu que nessa plataforma, as pessoas contam histórias, criam narrativas, e tudo em 140 caracteres. Quer dizer, por enquanto, nas DMS, os limites já sofreram mudanças.

Assim como outras redes sociais, o Twitter não para de se mexer e trazer inovações. Já foram divulgados os filtros, edições e cortes em fotos, aumento no espaço das mensagens diretas, entre outras.

Stickers do Twitter

A mais recente notícia nos informa que no começo desta semana, o Twitter divulgou o lançamento de stickers, imagens, acessórios e emojis que poderão ser adicionadas no seu tweet. Você poderá usar um ou vários stickers em uma só imagem, mudando seus tamanhos, direção e posição, além de poder colar em qualquer lugar na sua foto.

Além de ter a função divertida, ela é interativa, pois a imagem poderá ser encontrada em uma busca nova e visual. Basta clicar em um sticker, que será direcionado a uma linha de tempo, que mostrará como outras pessoas usaram o mesmo escolhido por  você, em todas as partes do mundo. Já pensando no lado do monitoramento, em breve poderemos ter um padrão inicial de quais as imagens mais usadas, como já acontece com o Snapchat.

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Em breve

Esses recursos estão bem próximos dos que já são oferecidos em duas redes sociais em alta nesse momento, o Instagram (filtros) e o Snapchat, conforme acabamos de mencionar. Os stickers estarão disponíveis em breve para quem usa o Twitter nos sistemas iOs ou Android.

Na central de Ajuda do Twitter você pode conferir várias dicas.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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