Marketing de empatia: sua empresa pratica?

empatia

Empatia, do grego empatheia (paixão), segundo definições, é a capacidade de projetar a personalidade de alguém em um objeto, de forma que este se sinta representado e perceba que o outro tentou se colocar no lugar dele. Remete a criar identificação e criar relacionamento.

E o marketing de empatia? 

Já há algum tempo tem se falado do marketing de empatia. Esse tipo de marketing está muito próximo do que chamam de humanização da marca. É quando a marca olha e escuta de verdade o seu consumidor e preocupa-se em entregar valor e não só produto ou serviço.

E quais as formas de ouvir esse consumidor? As redes sociais, com enquetes, com posts que peçam a colaboração dele, quiz e outros meios que façam com que o consumidor se sinta ouvido.

 

Mas só pegar as informação não bastam para ter empatia

A empatia começa no momento em que sua comunicação de marca faz com que o consumidor se sinta representado por ela.

O livro Business Model Generation: inovação em modelos de negócios, traz, entre outras dicas, o Mapa da Empatia. É uma ferramenta visual, conforme vemos abaixo, que ajuda a descobrir o perfil do seu consumidor, definir persona e quais os passos que sua empresa deve adotar para desenvolver o marketing de empatia.

 

mapa da empatia

 

Os pilares do marketing de empatia

 

O mapa da empatia serve para ajudar a conhecer melhor os clientes, sejam eles novos, antigos, satisfeitos ou insatisfeitos e a partir dai criar sua estratégia de comunicação, desenvolver e aperfeiçoar seu produto ou serviços, criar canais de comunicação e ações.

Conforme a imagem anterior, as informações que devem pautar seu mapa de empatia devem ser trabalhadas em cima das principais perguntas:

    • O que ele vê? – como é o universo do seu cliente
    • O que ele escuta? – quais as informações que ele busca e considera relevante
    • O que ele pensa e sente? – o que o leva a consumir seu produto ou serviço, que representa para o universo dele
    • O que ele faz e fala? – qual seu comportamento comum dentro de seus grupos e universo
    • Quais são suas dores? – quais são suas dúvidas e receios
    • Quais são seus ganhos? – como ajudá-lo a superar suas dores e quais as possibilidades que podem surgir a partir dai.

Mas é preciso uma abordagem que lhe dê respostas reais para que a continuidade do seu processo de marketing de empatia seja aplicado com eficiência. Conforme citei no começo do post, você tem várias maneiras de aplicar esse mapa, redes sociais e pesquisa.

Para finalizar, quero indicar duas marcas que falam sobre isso, a Social Media Emotion da Tatti Maeda, e o Marketing de Gentileza da Laize Damasceno . Tente praticar na sua empresa.

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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Compreendendo a plataforma Mobile

mobile

Por Professor Luiz Angelo*

A plataforma mobile, ou de dispositivos móveis – onde se encaixam tablets e smartphones -, deixou de ser uma tendência, e compreende hoje um novo paradigma no mundo de negócios on-line, e com a popularização destes aparelhos o campo de atuação de vendas e atendimento a clientes ampliou consideravelmente.

Com este grande mercado, que é importante não só na questão de uso de aplicativos fim (o que interage diretamente com o usuário), mas como objeto direto de consumo por parte dos clientes,  tem sido visto e utilizado cada vez mais como parte de estratégia de divulgação de marcas e na prospecção de clientes por parte das empresas.

De uns anos para cá o desenvolvimento para a plataforma mobile deixou de ser visto como tendência, e passou a chamar atenção das grandes empresas que atuam na área de desenvolvimento de sistemas/programas, as quais têm investido maciçamente na contratação de especialistas em programação para a plataforma para dispositivos móveis.

 

As atividades on-line

Hoje são inúmeras as atividades realizadas pelas pessoas conectadas ao mundo virtual: compras, leituras diversas (em sites, e-books, e-mails), pesquisas. E a plataforma mobile vem sendo utilizada cada vez mais como o principal dispositivo de acesso. Com aparelhos cada vez mais baratos, a facilidade de acesso à rede mundial de computadores (apesar de no Brasil ainda termos um dos acessos mais caros de conexão móvel e a internet não ser uma das melhores no quesito velocidade e qualidade de sinal), aliada à comodidade que os dispositivos mobile dão ao usuário, temos nas compras on-line por meio de dispositivos móveis um dos principais meios de efetivação de compras.

Empresas têm neste tipo de atividade um grande meio de exploração comercial, e tem, de forma estratégica, utilizado isso para potencializar e aumentar suas vendas, investindo em sites e apps para atenderem esta propensa clientela.

Os dispositivos mobiles invadiram o dia a dia das pessoas, e cada vez mais empresas têm investido na plataforma, como uma ferramenta adicional para o trabalho de seus funcionários

Além de tablets, o uso de smartphones (em especial), tem-se tornado cada vez mais constante durante viagens (a trabalho ou de natureza particular/familiar), em shoppings e momentos de lazer. Dados da Vocus apontam:

  • 72% das pessoas utilizam o smartphone para acesso a  Internet em viagens;
  • 64% afirmam utilizar o smartphone em restaurantes;
  • 63% das pessoas confirmam uso de aparelho móvel em lojas;

Segundo a Econsultancy, 62% dos e-mails são abertos por dispositivos móveis atualmente, um dado muito relevante, e outro ainda mais significativo: 73,9% do tempo de usuários de tablets são utilizados para acessar canais de pesquisa, conforme aponta o eMarketer.

Que dispositivo você esta utilizando, neste momento, para ler este artigo? E durante o seu dia a dia, tanto no trabalho, quanto em casa, com que constância você utiliza seu smartphone/tablet para ler conteúdos, acessar a internet, enviar/receber e-mails? Mais do que seu computador pessoal (PC/Desktop)?

 

Estatísticas de venda on-line:

 

Vendas on-line via mobile

 

 

 

 

 

Crescimento das vendas com uso de dispositivos móveis passou a representar 12% do faturamento das empresas no Brasil, relacionado ao Comercio online  – Fonte Agência Brasil

 

Cada vez mais os usuários de mobiles são vistos como clientes em potencial, utilizando seus dispositivos móveis para fazer escolhas e efetuar compras. Ao efetuarem uma compra, o histórico e personalização dos dados pesquisados incentivam o consumo de acordo com sua escolha, que é armazenada e utilizada posteriormente para “divulgação” junto a este cliente. Corroboram para este cenário no universo mobile:

  • 82% das compras em dispositivos móveis são precedidas por pesquisas (buscador Google);
  • 52% dos clientes que efetuam compras utilizando seus mobiles afirmam efetuar a compra por meio de influência de dados personalizados de divulgação (estas divulgações são realizadas por meio de combinações de diversos canais de informações, como o MyBuys, por exemplo);
  • 79% dos usuários de smartphones utilizam seus dispositivos mobiles para efetuar compras pela Internet (Google).
  • Dados de junho de 2012 apontam que quase metades dos proprietários de smartphones nos EUA usaram aplicativo comerciais para efetuar compras online (Marketing Pilgrim).

Os sistemas/programas existentes, independentemente da plataforma (web ou nativa) vêm, sistematicamente, contribuindo para o aumento das vendas on-line, que tem atrelados outros sistemas, a saber:

  • a venda por cartão de crédito/débito, fazendo uso do chamado “dinheiro eletrônico” do século XXI, substituindo o “dinheiro de papel”;
  • a venda por créditos/pontos, dentro de sistemas fechados (por bitcoin, créditos fornecidos e administrados por empresas, por sistemas de bonificação por uso contínuo de seus produtos, entre outras formas). Lojas de varejo, operadoras de cartão de crédito, bancos, casas de crédito, supermercados, muitas são as empresas e comércio em geral que vem investindo neste tipo de venda de seus produtos/serviços.

A questão de segurança

Por mais que sejam levantados dados e apuradas estatísticas, o uso de aplicações via web browser, pelo smartphone, está cada vez mais raro. A quantidade de apps disponíveis no mercado, e mais, a comodidade e segurança que estes Apps nos trazem, faz com que as transações via browser estejam despencando. Para alguns setores, o app domina de tal forma, que o acesso via browser quase inexiste!

 

A usabilidade

O uso crescente de smartphones, em detrimento da queda de vendas e do crescente desuso por parte dos equipamentos ‘desktop‘ nos dão a nítida sensação: a usabilidade dos smartphones/tablets cresceu vertiginosamente nos últimos três anos. A praticidade no uso, o grau crescente de confiabilidade e segurança que estes aplicativos trazem para os usuários têm colocado estes equipamentos como favoritos para determinados tipos de transações compras on-line, transações bancárias, uso de redes sociais, checagem de e-mails, entre tantas outras tarefas de nosso cotidiano.

Os mensageiros instantâneos, entre eles o WhatsApp, tem ate versões que rodam em outras plataformas, mas o seu uso efetivo, e a comodidade de uso, se faz pelos smartphones.

 

usabilidade mobile dos apps

 

Número de smartphones no Brasil supera o número de PCs (desktops). Dados são apontados no 26º Relatório Anual de Tecnologia da Informação. Fonte: FGV – Fundação Getulio Vargas na revista Exame

 


O perfil do público WEB

Seria tendencioso traçarmos um ‘perfil público’ dos usuários web analisando o quesito “browser versus nativa app“. Longe disso, pois na verdade temos um público diversificado em relação ao uso de ambas as tecnologias.

Porém, com relação a traços de comportamento, podemos elencar e apontar alguns fatores que podem ajudar a compreender melhor este universo de usuários, com relação a seus hábitos e consumos ligados ao consumo e compra on-line* (Dados apontados na 33ª edição do relatório WebShoppers, elaborado pela E-bit/Buscapé)

O valor médio das compras realizadas on-line no Brasil em 2015 registrou R$ 388,00. Isso significa que produtos com esse valor de venda são os preferidos deste público, denotando certo grau de confiabilidade na plataforma, ao mesmo tempo que não se trata de um valor alto demais;

O valor médio das compras, projetadas para 2016 gira em torno de R$ 419,00, valor acima do registrado em 2015, que demonstra fôlego e confiabilidade dos usuários no uso da plataforma, numa crescente;

Temos, também, um público mais consumista, visto que o tempo de uso (ou ciclo de vida) de um smarphone/tablet gira em torno de 2 anos, 2 anos e meio a 3 anos (para os mais acomodados), enquanto um Computador Pessoal/PC (desktop) pode ter um tempo de uso ligeiramente maior (girando em torno de 5 a 7 anos). Assim, notadamente, os usuários de mobile têm uma tendência natural em trocar seu equipamento e investir em novas tecnologias, estando isso no seu hábito, gerando um traço de consumismo permanente.

Considerações Finais

Com esse perfil de usuários, somada à visão das empresas, que mais e mais vêm investindo sistematicamente na plataforma mobile, podemos arriscar que no atual momento a programação nativa – apps, vem ganhando mercado, apesar de grande parte dos negócios (e por que não, lazer e entretenimento, que gera audiência e o “potencial público consumidor”?) ainda gira via web (browser).

Portanto, temos um cenário de crescimento da plataforma mobile numa constante, com esta plataforma gerando faturamento cada vez maior para as empresas, e dentro da plataforma, o crescimento dos apps. Com relação a escolha de qual tecnologia apostar, acredito que ambas devam ter sua atenção, porém um cuidado especial com o app, pois este passa pelo atual momento como “a que mais cresce e dá retorno para as empresas”, além de ser a preferida dos usuários. Um dilema que no mundo dos negócios sempre acontece: a escolha de qual dos caminhos seguir. De repente, neste caso, ambos os caminhos sejam os corretos a se escolher. Saber investir nas duas propostas, e alavancar seu negócio, colocando-o em contato direto com os gostos, e costumes, do atual público consumidor.

Fontes de pesquisa e leitura complementar para o leitor:

Gizmodo Brasil

Tecnologia IG

Portal Brasil

G1 Tecnologia

 

 

 

 

Professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

 

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Genderless: sua marca está ligada nesse assunto?

Gendereless

* Por Marcia Ceschini – Publicado originalmente no Clube das Comadres

Eu escrevi esse post para minha coluna no site Clube das Comadres, mas pedi permissão para  Gisele Peralta para reproduzir aqui, pois o assunto é bastante pertinente para nós de comunicação e marketing. Confira abaixo:

Começou com a moda, mas você já percebeu que o tema genderless tem influenciado vários mercados? Se você ainda não ouviu o termo, significa sem gênero, sem reforço de um sexo, para uso de ambos os sexos. Algumas marcas já buscam trabalhar a diversidade e seu uso por todos os gêneros. Falaremos sobre isso hoje.

Como começou?

Na moda começou com o desfile de 2013 do estilista Jonathan Anderson na Semana da Moda de Londres. A passarela de Anderson trouxe meninos de vestidos, tops e shortinhos de lã com babados e isso foi o começo de uma ruptura no gênero de roupas. E a partir dai esse segmento tem feito história.

Embora precisamos fazer um a parte e uma justiça, em 1920, Coco Chanel já tinha pensado no unissex ao criar as primeiras peças masculinas para uso feminino, como a calça comprida.

De lá pra cá surgiram as calças boyfriend, skinny, meninos de saia, de vestido… e por ai. Vide o comercial recente da C&A que causou polêmica.

C & A misturados

 

O movimento genderless

Mas isso foi só o começo. Já há algum tempo um movimento de pais descontentes com a ditadura das cores rosa e azul e de brinquedos femininos e masculinos. Tem pais que estimulam a brincadeira com brinquedos do outro gênero, mesmo porque na infância, a criança quer brincar, ela não está ali assumindo papel de nada. Está no seu momento lúdico.

Algumas marcas de brinquedos já começaram a olhar com outros olhos para esse mercado e oferecer algo diferente. É o caso da marca europeia Top Toy que oferece brinquedos unissex e suas campanhas reforçam isso.

 

casinha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outra marca que tem trabalhado isso é a Avon. Sua mais recente campanha a #sintanapele traz representantes do movimento genderless, como os músicos Liniker, Tássia Reis e as Bahias e Cozinha Mineira, entre outros, para divulgar seu novo BB Cream.

A mensagem final é que como marca, hoje em dia, não podemos fechar os olhos e não buscar entender o comportamento do consumidor. Eles procuram se identificar com marcas/produtos e serviços que tenham uma linha de comunicação mais próxima de sua realidade e que promova diálogos e tenha empatia. Sim, empatia é a palavra da vez na comunicação de marca.

E onde entra isso na tecnologia? As marcas compartilham em suas redes sociais, geram buzz em portais e sites, geram comentários, curtidas e compartilhamentos, atraindo novos consumidores. E para os casos de consumidores que não aceitam essa nova linha de comunicação? A marca precisa ter um discurso pronto que prime pela igualdade e respeito. Não basta se posicionar e na primeira reclamação voltar atrás.

Fica a pergunta final, como a sua marca tem praticado a comunicação com seu público?

 

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Redeceschini

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Microsoft compra o Linkedin

linkedin

Por Professor Luiz Angelo*

Hoje estava observando coisas do dia a dia, e como sempre, refletindo sobre isso em grande escala. Porque são nas pequenas coisas que medimos, mensuramos e projetamos as grandes coisas.

Estava na padaria (calma, não me perdi do assunto do artigo, apenas quero traçar uma linha de raciocínio com vocês), e pude observar como o pequeno comércio, as pequenas empresas, atuam de modo diferenciado, no atendimento aos seus clientes. Fiquei devendo R$ 0,50 (cinquenta centavos) há quase uma semana nesta padaria. Vou duas vezes por semana, às vezes três, comprar produtos (pão, leite, frios, etc). Tem um estabelecimento a uma quadra e meia de casa, na mesma rua, mas me aventuro a andar 6 quarteirões para ir nesta padaria, algumas vezes na semana. Por quê? Atendimento. Sou muito bem atendido, gosto de ir nesta padaria.

Percebi que a proprietária da padaria (que faz o caixa) não estava. Uma das atendentes veio fechar o meu pedido e cobrar. Então percebi que a proprietária tinha saído do caixa, pois estava ajudando uma senhora, idosa, sua cliente também, a atravessar a rua. Isso não se faz somente por questão de tratar bem o cliente, pois ela não precisaria fazer isso para tratar bem, mas é um “bônus”, um “que a mais”, um “algo a mais para diferenciar”.

No entanto, não basta o atendimento ser bom, diferenciado, se a empresa não chegar até o cliente. O “boca a boca”, no caso, é o que faz com que esta padaria chegue ao conhecimento de mais e mais clientes. Eu mesmo, aqui falando dela (apesar de não citar o nome), estou entre os conhecidos e vizinhos do bairro que falam bem dela (da padaria).

Atendimento ao cliente

E o que isso tudo tem a ver com o titulo deste artigo? Uma introdução, para que possamos entender que as grandes corporações, as empresas .COM, do ramo de TI – Tecnologia da Informação, também usam suas armas, suas estratégias, claro que num grau muito maior, mas elas vêm, sistematicamente, investindo pesado em sua “imagem”, e na busca incessante de clientes, novos clientes, não só na fidelização dos atuais, mas conseguir novos clientes, novos usuários para seus produtos/serviços, e também fidelizá-los.

Exemplo maior de “fidelização” na internet, em se tratando de redes sociais, não existe. Twitter, Facebook, Tumblr, Youtube, Linkedin: talvez estes sejam o novo “caminho” para pavimentar uma solida e permanente base de usuários na Internet. E as empresas estão de olho nisso. Tanto que o número de fusões e compras de empresas .COM tem disparado, ano a ano, com grandes investimentos na compra de empresas e produtos, concorrentes ou não.

linkedin e as redes sociais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A retomada da Microsoft

Mas vamos nos ater ao título do artigo. Quero aqui apenas explanar minha concepção sobre a Microsoft e  seu papel em meio a isso tudo.

A Microsoft vem, a médio prazo, numa empreitada para se tornar, novamente, uma das empresas de vanguarda no universo da TI. Não que ela não seja importante, que tenha seu papel de destaque (inclusive, na história da TI como um todo, grande responsável pela popularização da Informática, no mundo todo, com seu Sistema Operacional MS-Windows), mas a Microsoft está se reinventando, e se remodelando, a medida que a área de TI evolui, e novas necessidades surgem.

A Mojang, empresa originalmente sueca, atuante no segmento de jogos eletrônicos, foi a primeira empresa adquirida pela Microsoft nessa “arrancada estratégica em busca de novos segmentos para atuação”, há pouco mais de um ano e meio (setembro de 2014), solidificando a participação da Microsoft no ramo de jogos eletrônicos. A Mojang nada mais é que a criadora do jogo Minecraft, verdadeira febre entre o público infanto-juvenil, e com muitos marmanjos também participando. Com essa tacada, a Microsoft não só garantiu o jogo eletrônico rodando na plataforma PC (da qual a própria Microsoft domina o mercado, com seu sistema operacional MS-Windows), como ainda abriu caminho na plataforma dos consoles Playstation, da qual é principal concorrente com outro console, o XBOX. Tacada de mestre!

Há menos de três anos (setembro de 2013), a Microsoft comprou a Nokia, fabricante de celulares e smartphones. Notadamente percebemos o olho da gigante de Redmond investindo no segmento de IoT (Internet of Things, ou, Internet das Coisas), um segmento em franca expansão e crescimento continuo, que mais e mais vem para, ironicamente, “substituir” a plataforma PC (a qual a Microsoft foi uma das criadoras da base de sustentação, e que reinava desde o século passado). Neste segmento, tem o Windows Phone, solução de sistema operacional para rodar na plataforma de smartphones, dominado pelo Android (do Google).

Há pouco mais de cinco anos (maio de 2011) a Microsoft dava um grande (!) passo ao comprar o Skype, programa de comunicação on-line, de telefonia via web. A intenção clara da Microsoft era aumentar sua participação e agregar a telefonia web, numa mostra de visão de planejamento tático. A comunicação via web vinha aumentando significativamente, e vemos muito isso hoje, com a participação do WhatsApp (do Facebook) neste segmento, concorrendo com a telefonia móvel e fixa (os embates das empresas de telefonia, no Brasil e no mundo, contra os softwares de comunicação via web, têm crescido continuamente e, claro, isso se prova pois há muito dinheiro em jogo).

A compra do LinkedIn

E agora, com a compra do LinkedIn, a Microsoft mostra o seu fôlego: com capital para investir, a mesma vem apostando alto em diferentes segmentos da TI, mas não pensem que são investimentos às cegas: há notadamente uma visão estratégica, adquirindo empresas e produtos que serão chaves para sustentação das empresas .COM no mercado futuro. O objetivo é claro: chegar aos usuários de internet para atrair novos clientes para seus produtos. As redes sociais virtuais são, hoje, o melhor caminho para atingir o grande público.

linkedin - estatistica e numeros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O LinkedIn retratado em números:

  • Valor de mercado na ordem de US$ 8 bilhões (NASDAQ, 2016);
  • Valor de compra do Linkedin pela Microsoft: US$ 26 bilhões (Site ValorEconomico, link no final do artigo)
  • 21,4 milhões de visitantes únicos (não foram considerados aqueles que já visitaram ou que criaram perfil e visitam a rede diariamente), segundo a Quantcast;
  • 414 milhões de usuários no mundo todo (dados do próprio Linkedin, referente a Dezembro de 2015);
  • Com um perfil de fidelidade muito grande, o engajamento dos usuários da rede Linkedin cresceu em 80% (Linkedin);
  • Mais da metade dos usuários – 57% – usam o aplicativo através de dispositivos moveis (segundo o próprio Linkedin).

“(…) a empresa passou por diversas modificações e deixou de ser apenas uma rede de empregos para tornar-se uma plataforma de networking, conteúdo e soluções”

Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor regional do LinkedIn para a America Latina

Público com foco em mercado de trabalho, uma rede crescente em numero de usuários, visitas constantes dia a dia: um terreno fértil para investir sua imagem e linha de produtos. A Microsoft vem, assim, seguindo o caminho de sua  pavimentação e participação neste novo mercado que se forma para o novo século. E outras grandes empresas da área de TI também seguem o mesmo caminho. Trata-se da nova metodologia de adaptação e sobrevivência no competitivo mercado digital mundial.

Para me adicionarem no Linkedin, acessem: http://br.linkedin.com/in/profluizangelo
Leitura complementar:
Olhar Digital
Valor Econômico
professor Luiz AngeloProfessor Luiz Angelo – Orientador de TCC, Professor Sistemas Operacionais, Hardware, Gestão de Projetos, Micro-InformáticaEscola Técnica Estadual – ETEC Centro Paula Souza
Unidades 145 Avaré (Etec Prof. Fausto Mazzola) e 072 Cerqueira César (Etec Pref. José Esteves) Centro Paula Souza!

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Como criar seu perfil no Hello

hello

Por Marcia Ceschini*

Esta semana fomos surpreendidos com o lançamento de algumas novidades para nosso país, o tão aguardado Pokemon Go, que apesar de ter sido anunciado ainda não chegou, e o Hello, a nova rede social do Orkut que foi liberada na segunda-feira.

Eu tinha pedido para receber o código, mas confesso que não veio nada no e-mail, fiquei sabendo e baixei pela Play Store no meu celular. O download é rápido, mas inserir a conta está meio demorado.

Podemos esperar alguma coisa dessa nova rede social? Se depender do seu criador, sim.  Primeiro que é exclusivo para uso mobile e segundo as entrevistas que ele deu para portais do Brasil, a expectativa é que ela funcione como uma rede social focada nas pessoas e nos seus interesses e não curtidas, como o Facebook.

Quer fazer a sua? Siga as dicas

  1. O aplicativo está disponível para Android e iOS, procure por Hello Network na Play Store ou no iTunes e clique em instalar.
  2. Após o download, clique em abrir e na palavra increva-se da imagem abaixo:Reprodução
  3. Digite e-mail e senha, clique em continuar.
  4. Na tela seguinte digite seu telefone. Sim, é importante pois eles enviarão um código de liberação para que continue a cadastrar sua conta..Reprodução
  5. Insira o código enviado.
  6. Conforme  for clicando e depois em continuar vai aparecer para personalizar o seu perfil com imagem, sexo, cidade.Reprodução
  7. Detalhe, no aniversário é importante colocar a data e ano, pois só maiores de 18 anos podem criar a conta.. Rá, brasileiros mudarão isso rapidinho..Reprodução
  8. A parte de localização também é importante, pois o app vai lhe mostrar conteúdo relevante de acordo com o país onde você mora e onde você está. A localização pode ser inserida manualmente ou toque em “usar minha localização atual”.
  9. Depois vem a escolha dos idiomas que as mensagens devem aparecer para você e quais você irá se comunicar.
  10. E para finalizar eles mandam um link para seu e-mail para concluir a conta. Depois é só logar pelo e-mail ou telefone.
  11. Feito isso você começa a descobrir como funciona mesmo, ou não, o Hello:

    hello usuário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12. Folios – É a linha do tempo, onde você publica os jots (postagens) de texto ou imagem. Eu fiz uma com imagem e texto, mas só ficou o texto  🙁  #xatiada

jot

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13. Potenciais: são as pessoas sugeridas para que você possa adicionar aos amigos ou conversar. Eu tentei adicionar e não soube, sério.

14. Amigos  – tentei achar abigos alguns e não achei também. Eu tinha 10 convites para distribuir e chamei algumas pessoas por e-mail. Tem a opção por telefone também. Meus amigos ainda não aceitaram. #foreveralone 😢

15. Conexões – aqui são sugestões de novo, mas a minha opção está em branco e nem o “filtrar conexões” . Deve ser bug do começo. Deveria aparecer o “no hello for you”  relembrando o antigo “no donut for you” do finado Orkut, a rede  😉

16 – Personas – Limitado a cinco personas por dia… suspiro…você escolhe assuntos que são do seu interesse. Eu escolhi: cinema, gatos (por que será?  😜), amante de gadgets, amante de história e amantes de vinho. Clicando no ícone deles você pode explorar a persona. Fiz o teste com Amantes de Gato e publiquei uma foto com texto do Chico Ceschini. 🐱

explorando personacriando jot

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No mais, o app está com muito bug, demorado e não estou conseguindo ter mais experiências. E você baixou o Hello? O que está achando? Me adicione por lá. 😊

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Sócia e Consultora de Comunicação e Marketing Digital na Ceschini Consultoria, Professora da Pós Graduação nos cursos digitais do SENAC São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Bauru, da Trevisan Escola de Négocios, USC – Universidade do Sagrado Coração – Bauru, Idealizadora e Gestora do Papos na Rede

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