Prazer… Qual é a sua graça?

Por Gustavo Ferreira*

Silêncio na redação…

Nenhuma palavra… os únicos sons que se ouvem são o tic-tac do velho relógio de parede e o característico som de uma CPU (que mais parece a turbina de um avião prestes a decolar).

Ele desembaça os óculos, pelos quais já não enxerga, úmidos pelo vapor do café que está esfriando em sua mesa…

Um suspiro! Ele está há pelo menos 3 horas quebrando a cabeça pensando no próximo post para a fan page… o que será que eles querem?

 

Está confuso… ao passar pela timeline ele vê milhares de compartilhamentos… ok, seria fácil então seguir a linha de uma dessas publicações que estão bombando entre os leitores… parou pra pensar… hummm… mas o que há nelas?

 

bebe real

bonecos de neve

 

Ixi… mas não vai rolar… o cliente não é descolado, a marca não é engraçada e ele não vai querer ficar conhecido como kibador de conteúdo… é preciso originalidade!

E agora? Como entregar o que eles querem, contextualizando o cliente sem perder o crédito e sem desviar desnecessariamente o posicionamento da marca? Como atender aos anseios humorísticos do público? Será mesmo preciso ser engraçadinho?


Gole no café gelado… careta… a aprovação das próximas pautas e mote da próxima campanha é na próxima semana…

Como diriam no Telecurso: Vamos pensar um pouco…

Gustavo Fguferreira-150x150erreira –  Relações Públicas 2.0, Social Media na   Triata Brasil, palestrante e pesquisador do comportamento humano nos meios de interação digital.

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