Pheed: um lugar para chamar de meu, só meu

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Pesquisas recentes mostram que os jovens estão migrando do Facebook para outras redes sociais, redes com a menor participação do público mais velho ou com a presença de seus pais ou parentes. Querem uma rede que seja só sua ou da sua turma.Quanto mais exclusiva, melhor.

Esses jovens estão migrando para plataformas como Instagram, Tumblr e Pheed. Este último disponível apenas para iPhones ou via web, cadastrando-se via Twitter ou Facebook.No site do Pheed há uma comunicado avisando que em breve haverá a versão para Android.

Ainda em uso pequeno e restrito para quem possui celular com sistema iOS ou via web, o Pheed permite mandar mensagens, fotos, vídeos, arquivos de áudio, tweets e atualizar o status do Facebook, os seguidores curtem (coração) ou não curtem (coração partido), favoritam ou remixam (o compartilhar desse aplicativo).

As mensagens podem atingir até 420 caracteres no máximo e os vídeos podem tanto ser tirados de outros sites, como o YouTube ou enviados direto para o Pheed. O app também grava e distribui mensagens de voz e é possível criar e organizar álbuns para suas fotos. A plataforma lembra um Tumblr com um visual do Rockmelt.

Segundo o site Olhar Digital o Pheed o app ainda possibilita que os usuários cobrem pelo seu conteúdo: ” É possível definir a sua conta como “premium” e, assim, usuários pagam taxas que variam de US$ 1,99 (diárias) a US$ 34,99 (mensais) pelo acesso ao conteúdo premium. A arrecadação é divida entre os usuários de acordo com a quantidade de pessoas que pagam para ver o que é postado.”

Eu fiz o meu cadastro para conhecer a plataforma e fazer um trabalho de análise de comportamento do usuário. Como mãe, não preciso vigiar meu filho, pois devo ser a única mãe de adolescente que pede para o filho conectar-se às redes sociais, mas ele,  por enquanto, prefere ficar de fora.  =)

Marcia Ceschini – Especialista em Gerenciamento de Marketing, Planner Digital na Chilli360. Idealizadora e Gestora do Papos na Rede.

 

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